08/01/2019

SAFRA “Se empatar já está bom”

A safra 2018/19 não vai deixar boas lembranças para o cooperado Luiz Turra, produtor de soja em Ângulo, município do entorno de Maringá. Ele cultiva 120 alqueires (290 hectares) e, nos últimos anos, sua média ficou em 135 sacas (55,7 por hectare).

 

TEM QUE CHOVER - Desta vez, por conta da estiagem, a expectativa é menor: não mais que 100 sacas de média por alqueire (41,3/hectare), o que, segundo ele, vai dar para empatar – isso, é claro, se chover bem em janeiro, evitando que a perda seja maior.  

 

ARRENDATÁRIO - O desafio é ainda maior este ano para produtores como Turra porque além de cultivar as próprias terras, eles arrendam áreas de outros proprietários. No seu caso, faça chuva ou sol, ele assumiu o compromisso de pagar o equivalente a 35 sacas por alqueire (14,4/hectare) ao dono das terras. Somando isso às 60 sacas por alqueire (24,7/hectare) que estima de custo direto com sementes, fertilizantes, defensivos, combustível e outros, o montante que espera colher só vai dar mesmo para empatar.  “Pelo menos, se empatar, já está bom”, conclui Turra, que foi visitado na sexta-feira (4/1) pelo Rally Cocamar de Produtividade.

 

 

 



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