11/10/2018

2ª etapa de vacinação contra aftosa em novembro

Há mais de 40 anos o Paraná busca o fim da vacinação contra a febre aftosa. O motivo é simples: com o reconhecimento da Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a carne paranaense, independentemente da cadeia, poderá acessar mercados que pagam mais e hoje estão fechados devido a vacinação.

Durante o mês de novembro acontece no Paraná a segunda etapa de vacinação dos rebanhos bovino e bubalino contra a aftosa.

 

ESTRATÉGICO - Para o diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz, o pleito do Paraná irá permitir que o Estado obtenha o reconhecimento junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2021. Algo estratégico, segundo ele, para todos os elos da cadeia produtiva.

 

ALTERAÇÃO - Na vacinação a ser aplicada em novembro, a dose foi alterada, conforme explica o gerente comercial de Pecuária da Cocamar, médico-veterinário João Ivo Lima. Com a retirada do adjuvante saponina e a liberação da nova fórmula, a indústria passou a produzir vacina com 2 ml, em substituição à de 5 ml.

 

SANIDADE - Lima orienta o pecuarista a ir além da vacinação contra a aftosa e investir na sanidade do rebanho como um todo, lembrando que a chegada dos meses quentes está associada à maior ocorrência de pragas como bernes, carrapatos, e várias doenças. “Recomendamos que o produtor, uma vez que já vai manejar o rebanho para a vacinação, aproveite para imunizá-lo contra outros problemas, que são comuns”.

 

COCAMAR - As lojas agropecuárias da Cocamar, distribuídas pelas regiões noroeste e norte do Paraná, leste do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo, oferecem um portfólio completo, segundo o gerente, “com as marcas mais confiáveis do mercado e as melhores condições de negociação”.



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