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ENCONTRO DE NÚCLEOS: Cooperativas do Oeste em Cafelândia
Com a presença de 130 participantes representando 27 cooperativas dos ramos agropecuários, infra-estrutura, crédito, saúde, mineral, educacional e transporte, foi aberto nesta quinta-feira (24.07), na Copacol, em Cafelândia, o Encontro de Núcleos da região Oeste do Paraná. Participaram da abertura o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, o vice-coordenador do Núcleo Oeste e presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, o vice-presidente da Copacol, Emílio Gonçalves Mori, que representou o presidente da cooperativa, Valter Pitol, o diretor secretário da Copacol, Valdemar Valter Damorin, e os diretores da Ocepar, Valter Vanzela, presidente da Frimesa e Edvino Schadeck, presidente da Fecoerpa.
Aumento na taxa de juros - Koslovski manifestou mais uma vez preocupação em relação aos indicativos de retorno da inflação, especialmente pela decisão do Copom em aumentar a taxa Selic ontem em 0,75%, passando a taxa de juro para 13% ao mês. O dirigente disse que é um sinal do próprio governo em querer segurar o consumo para que os indicativos de aumento da inflação sejam estancados.
Cooperativa anfitriã - Em seguida foi apresentado aos presentes um vídeo sobre a Copacol, com enfoque para o mais novo investimento da cooperativa: frigorífico de peixe, recentemente inaugurado com a participação de 150 produtores integrados e com investimentos de aproximadamente R$ 15 milhões, com capacidade de abate de 10 toneladas por dia. Na seqüência, o gerente financeiro James Fernando de Moraes apresentou alguns números da cooperativa. Segundo ele, o faturamento da cooperativa vem crescendo com uma previsão de um faturamento de R$ 925 milhões para 2008. Neste plano de aumento do faturamento, a cooperativa pretende crescer no setor de aves e cereais, onde cada setor será responsável por 52,6% e 27,9% do total do faturamento, respectivamente.
Geração de empregos - Enquanto o número de cooperados vem se mantendo nos últimos anos, atualmente são 4.362 cooperados, a cooperativa tem registrado um aumento no número de colaboradores, que hoje totalizam 5.680 funcionários. "Como somos uma empresa com agroindústria, precisamos cada vez mais contratar funcionários. Evidentemente que comercializar uma tonelada de soja precisa muito menos mão de obra do que para industrializar uma tonelada de frango. Por isso que as cooperativas da região Oeste têm se mostrado grandes empregadoras por atuarem com frango, suínos e laticínios", frisou.
Exportações - Fernando de Moraes também lembrou que as exportações da cooperativa estão aumentando de forma positiva. Na área de suínos houve uma ampliação de 180% no volume exportado, em relação ao ano de 2007. Ele também falou sobre os novos investimentos no setor peixe, com a nova industria com 100 colaboradores e abate diário de 10 toneladas. "Mas nossos investimentos também estão voltados para a questão de responsabilidade social. Criamos o programa DNA dentro dos compromissos do milênio: D de desempenho - atingir R$ 1 bilhão de faturamento em 2008; N de Natureza, recomposição de matas ciliares em 40 rios com mil produtores envolvidos; e A de aliança para desenvolvermos atividades voltadas para a comunidade. Assim estabelecermos metas tanto para a questão social como ambiental", frisou. Ele também citou outros projetos de sucesso como o Cooperjovem, Jovem Aprendiz Cooperativo mais de 7 mil crianças que estão participando destes projetos. "Ganhamos o Prêmio Zilda Arns de Responsabilidade Social para o projeto DNA Copacol", afirmou.
Ramo Crédito - Em seguida o superintendente geral da Sicredi Oeste, Inácio Catani fez uma apresentação sobre a presença do sistema de crédito cooperativo na região. Hoje, o sistema representa 2% do total da movimentação financeira do país, e possui cerca de 283 mil associados no país. Somente na região de atuação da Sicredi Cafelândia, que abrange uma população de aproximadamente 52 mil habitantes em sete municípios, o sistema registrou R$ 72,5 milhões em recursos administrados em junho de 2008, e R$ 57,2 milhões em operações de crédito.
Desafio - Koslovski aproveitou a apresentação do Sicredi Oeste para fazer um chamamento para que as cooperativas dos diversos ramos realizem suas movimentações financeiras nas cooperativas de crédito de suas regiões. "Este é um desafio que lançamos aqui para a próxima reunião de núcleos", disse. Ele citou o exemplo da cooperativa educacional de Foz do Iguaçu, em que 92% dos recursos passam pela cooperativa de crédito local.
Programação - A exemplo das reuniões realizadas na terça-feira, em Pato Branco, e ontem em Ubiratã, o professor da FAE, Antoninho Caron, proferiu em Cafelândia a palestra "Fluxo de capitais internacionais ao Brasil: os reflexos sobre os setores do agronegócio, crédito, saúde e infra-estrutura". Também foram apresentados os resultados da pesquisa de opinião encomendada pela Ocepar para avaliar a percepção da população paranaense em relação ao cooperativismo, as estratégias para a campanha de marketing institucional para o ano de 2008, bem como a equipe de profissionais da Ocepar que ficará responsável pelo atendimento às cooperativas da região Oeste: Marcelo Bonsenhor Martins, Vera Regina de Paula, João Gogola Neto, Josias Ferreira Alves e Robson Mafioletti.
COAMO: Programa Coamo de Jovens Líderes inicia 3º módulo em CM
Com o tema "Planejamento Estratégico" e ênfase para a área contábil e análise de resultados da propriedade rural, começou na manhã de quarta-feira (23.07) em Campo Mourão o 3º módulo do Programa Coamo de Formação de Jovens Líderes Cooperativistas, com a participação de 50 cooperados na 12ª turma. O programa, que é inédito no país na área de educação cooperativista e já formou 500 jovens líderes, é desenvolvido em quatro módulos no período de maio a agosto. "Este trabalho é importante porque oportuniza aos jovens cooperados na faixa etária de 20 a 35 anos o aprendizado e a melhoria dos conhecimentos através de teoria e prática sobre diversos temas, como Cooperativismo, Planejamento Estratégico, Gerenciamento Empresarial, Análise e Interpretação de Balanço", informa o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.
Painel - Nesta quinta-feira, no painel "Visão Global da Coamo" será a vez da superintendência Técnica - formada pelas gerências de Distribuição, Compras, Sementes e Técnica - apresentar aos cooperados os serviços e benefícios disponibilizados pela cooperativa para o fornecimento e distribuição dos insumos, e assistência técnica visando o incremento de produtividades, renda e qualidade de vida a família cooperada. Nos módulos anteriores aconteceram as apresentações das superintendências Administrativa e Operacional. No quarto e último módulo programado para o mês de agosto será a vez das superintendências Comercial e Industrial. "Com estas apresentações, os jovens cooperados conhecem o funcionamento, a política e as atribuições das diversas áreas da Coamo que trabalham para o sucesso do quadro social", explica o diretor-secretário da Coamo, Ricardo Accioly Calderari,
Futuro promissor - "A Coamo acredita que o processo de mudança para que o agronegócio seja cada vez mais produtivo e eficiente, passa necessariamente pela formação, educação e o desenvolvimento do quadro social, e de modo especial, pelos jovens cooperados", explica José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente da Coamo, e também, idealizador do Programa Coamo de Formação de Jovens Líderes, implantado em maio de 1998. A proposta está fundamentada, segundo ele, no entendimento de que os jovens cooperados representam um futuro promissor do cooperativismo brasileiro, pela sua grande potencialidade e interesse em desempenhar uma administração voltada para o incremento dos seus negócios e de sua cooperativa. Em prol do bem comum e de uma sociedade mais humana, fraterna e com melhor qualidade de vida no ambiente produtivo rural.
Iniciativa pioneira - Pioneiro na educação cooperativista brasileira, o projeto vem sendo realizado com visão de futuro e fé na força e no dinamismo dos jovens produtores atuando como agentes de transformação, objetivando o desenvolvimento global da família cooperativista. Na coordenação do trabalho, além dos seus profissionais, a Coamo, conta com o apoio e experiência do professor Albino Gawlak, da ACG - Assessoria Consultoria Gerencial e Treinamento. Gawlak representa um dos grandes nomes no trabalho de formação e educação cooperativista, com ênfase na organizacional do quadro social. (Imprensa Coamo)
ANB AGRONEGÓCIO: Ocepar e Gazeta do Povo fazem palestra no lançamento do evento
A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná - AEAPR-Curitiba realiza nesta sexta-feira (25.07), o lançamento oficial do AnB - Agronegócio Brasil - Feira de Fornecedores de Equipamentos, Produtos Tecnologias e Serviços para o Agronegócio. O Anb - Agronegóico Brasil, que tem o apoio do Sistema Ocepar e do Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento (Mapa), acontecerá de 29 de outubro a 1.º de novembro de 2008, no Expo Unimed Curitiba. O evento será composto por uma feira técnica para apresentação e exposição de empresas voltadas ao agronegócio. Simultaneamente, serão realizados eventos paralelos com temas técnicos e científicos direcionados a segurança alimentar, biotecnologia, bioenergia, secretarias municipais de agricultura além de arborização e acessibilidade urbana.
Valorização da cadeia produtiva - O lançamento oficial será na sede da AEAPR-Curitiba (rua Professor Nilo Brandão, 551, bairro Parque São Lourenço, na cidade de Curitiba). O objetivo é apresentar ao empresariado rural e agroindustrial os objetivos do evento que busca a valorização da cadeia produtiva do agronegócio e da profissão de agrônomo no estado do Paraná. Na ocasião, também será realizada a palestra "Expedição Caminhos do Campo, surge um novo indicador de safra", proferida pelo analista econômico do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti, pelo jornalista editor de agronegócio do caderno Caminhos do Campo da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira.
ENDIVIDAMENTO: Heinze alerta produtores rurais sobre prazo para pagamento do Pesa
Neste período em que muitos produtores rurais procuram os bancos para renegociarem suas dívidas de crédito rural, o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), relator da medida provisória (MP) 432, faz um alerta sobre o prazo para pagamento das parcelas do Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa). O parlamentar gaúcho chama atenção dos agricultores para o fato de que a resolução do Banco Central do Brasil (Bacen) nº 3.583, de 1º de julho, manteve em adimplência até 1º de outubro apenas as operações do Pesa com risco do Tesouro Nacional.
Mudança - O artigo 3º da norma que o deputado se refere, alterou o artigo 1º da resolução nº 3.537, de 31 de janeiro de 2008, estabelecendo prazo adicional para pagamento das prestações com vencimento entre 1º de janeiro a 30 de setembro de 2008. Sobre essa mudança, Heinze destaca que a grande maioria das pendências do Pesa são de ordem da União e podem ser pagas até outubro. Porém, o parlamentar evidencia que existe um montante em torno de R$ 4 bilhões que estão no risco do Banco do Brasil e instituições privadas e tem que ser liquidados pelos produtores na data do contrato. "Dívidas que não são risco do Tesouro devem ser pagas conforme foi acertado com o agente financeiro, caso contrário terão um acréscimo de cinco pontos percentuais nas taxas de juros e o valor a ser pago pode triplicar", explica o deputado. (Imprensa parlamentar)
MEIO AMBIENTE: Lei de Crimes Ambientais fica mais rígida
A edição de ontem (23.07) do Diário Oficial da União trouxe publicado o Decreto n.º 6.514 que torna mais rígida a Lei dos Crimes Ambientais. A partir de agora, de acordo com o texto, haverá apenas duas instâncias para recorrer de multas por crimes ambientais. Antes eram quatro. A expectativa do governo é de que a mudança reduza o tempo de tramitação administrativa dos processos de quatro anos para quatro meses. A alteração na lei também dará ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) prerrogativa, semelhante a da Receita Federal, de levar a leilão os bens apreendidos. A norma também endurece as regras para infratores ambientais reincidentes além de prever a cassação de licenças e multas para quem não cumprir embargos determinados por órgãos ambientais. (Agência Brasil)
INSUMOS: Brasil quer importar fertilizantes do Irã
A cooperação entre Brasil e Irã no setor agropecuário foi tema do encontro do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, e o embaixador do Irã, Mohsen Shaterzadeh, na quarta-feira (23.07). Stephanes demonstrou interesse em importar fertilizante iraniano. "Mais da metade do que precisamos, temos que importar. O País importa, hoje, 15 milhões de toneladas de fertilizantes e o Irã é forte em nitrogenados", afirmou.
Interesse - Shaterzadeh informou que o Irã possui interesse em atender a essa necessidade do Brasil e que, por outro lado, os alimentos produzidos no País têm espaço no golfo Pérsico, onde a população chega a 350 milhões de habitantes em países como Omã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar, Bahrein, Kuwait, Iraque e Irã. O Irã comprou do Brasil, em 2007, mais de US$ 1,5 bilhão em produtos do agronegócio. Já o Brasil importou, no mesmo período, US$ 3,8 milhões.
Conhecimento tecnológico - A transferência de conhecimento tecnológico também esteve na pauta do encontro. Segundo o embaixador, o Irã tem cinco mil pesquisadores e, por isso, quer realizar cooperação técnica com o Brasil nos setores de biotecnologia e produção de vacinas veterinárias. Além disso, o Irã pretende incrementar a produção de milho e soja com o know-how brasileiro. O próximo passo para o entendimento Brasil e Irã será a apresentação formal das prioridades pelos ministros da Agricultura dos dois países, para assinatura do acordo de cooperação. (Mapa)
TRANSPORTE: Governo anuncia investimentos de R$ 231 milhões em rodovias no Paraná
O governador Roberto Requião autorizou nesta semana a licitação para obras em 1.700 quilômetros de estradas. As obras fazem parte do programa batizado de Conservação Total e os investimentos podem chegar a R$ 231 milhões. "Com este programa vamos garantir rodovias seguras, diminuir custos de conservação e reduzir os custos operacionais para os motoristas", afirmou o secretário dos Transportes, Rogério W. Tizzot. As intervenções seguem até 2010 e são divididas em seis frentes integradas: conservação da faixa de domínio (limpeza dos acostamentos e da vegetação, entre outros serviços), manutenção do pavimento da estrada, recuperação de rodovias, sinalização e segurança rodoviária e pesagem de veículos. "A meta é elevar, até 2010, o índice de rodovias consideradas muito boas, boas ou regulares para 97%", acrescentou Tizzot.
Obras - Para a elaboração do programa de obras, foram feitos levantamentos que mapearam as necessidades de investimentos. As rodovias foram dividas de acordo com o fluxo de tráfego e com a importância local ou regional. A análise desse diagnóstico resultou na confecção de três diferentes ações nos pavimentos das estradas. A conservação rotineira (serviços em pontos específicos das vias), a conservação periódica (obras em toda a extensão das rodovias, com a recuperação do pavimento) e a restauração (intervenções mais pesadas).
Principais trechos - Na regional Oeste do DER, serão cerca de 550 quilômetros de rodovias. Entre eles, destacam-se os 80 quilômetros entre Realeza e Marmeleiro (PR-182, PR-483 e PR-180); os 47 quilômetros que formam o segmento do acesso a Pranchita até Capanema (PRC-163); e outros 40 quilômetros da ligação entre Assis Chateaubriand e Toledo (PR-239 e PR-317). Mais 383 quilômetros receberão melhorias na regional Norte. Nessa região estão os 82 quilômetros entre Londrina e Mauá da Serra (PR-445); o cruzamento da PRC-153, próximo a Ventania, até o acesso a Sapopema (PR-090), com 59 quilômetros; além do segmento de 72 quilômetros de Porecatu a Rolândia (PR-170 e PR-323).
Outros - Outros 278 quilômetros da regional Noroeste passarão por obras. Destes, são 76 entre Nova Esperança e Santo Inácio (PR-463); 51, de Paranavaí a Rondon (PR-492 e PR-180); e 36 quilômetros do acesso a Quinta do Sol até Terra Boa (PR-082). Dos 266,5 quilômetros que devem receber serviço na regional Leste, podem-se citar 83 quilômetros da Barragem Foz do Areia até Jangada do Sul (PR-170); de Palmeira a São Mateus do Sul, 74 quilômetros; e do cruzamento com a BR-153 até o acesso oeste a Palmas (PR-280), com 62,5 quilômetros. Já na regional dos Campos Gerais, as obras serão realizadas em 252 quilômetros. Estão incluídos os 60 quilômetros entre Castro e Tibagi (PR-340); 32 quilômetros de Santana do Itararé a Wenceslau Braz (PR-151 e PR-422); e ainda do cruzamento com a BR-373, passando por Bom Jardim do Sul, até Ivaí (PR-522 e PRC-487), com 30 quilômetros. (AEN)
PARANÁ: Programa de biodiesel terá participação de agricultores familiares
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) quer elevar a participação da Agricultura Familiar na produção de biodiesel. Para isso está percorrendo os Estados para criar um grupo de trabalho que irá envolver toda a cadeia produtiva e propor sugestões para reformulação do programa nacional de biodiesel. A primeira reunião do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento da Cadeia do Biodiesel no Paraná aconteceu na quarta-feira (23.07) na Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, com a participação das empresas produtoras de biodiesel, da Copel, Tecpar, Iapar e Emater. De acordo com o diretor-geral da Secretaria, Herlon de Almeida, o programa nacional de biodiesel precisa de ajustes para que ocorra maior interação entre os programas estadual e federal com as empresas parceiras.
Soja - Almeida destacou que a preocupação do governo do Paraná é concentrar a produção de oleaginosas para fabricação de biodiesel na região do Centro Expandido, que congrega oito territórios, e onde o governo considera que há uma dívida social e política com a população que tem o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado. "É necessário que os agricultores familiares tenham mais importância no negócio do biodiesel", afirmou. (AEN)
COMMODITIES I: Cresce a pressão sobre a soja
As incertezas quanto ao futuro da economia americana, a queda do petróleo e a melhora do clima nos Estados Unidos voltaram a derrubar as cotações da soja ontem na bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em agosto encerraram a sessão a US$ 13,9425 por bushel, em queda de 22,50 centavos de dólar, ao passo que os papéis para entrega em setembro caíram 23,50 centavos, para US$ 13,8575. Traders ouvidos pela agência Dow Jones Newswires acreditam em novas quedas nos próximos dias, uma vez que o mercado seguirá sob a influência dos fatores baixistas dos últimos dias. Em Rondonópolis (MT), a saca de 60 quilos recuou pelo quarto dia seguido e ficou em R$ 42, segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato). (Valor Econômico)
COMMODITIES II: Cotações do trigo recuam
As cotações do trigo recuaram ao menor patamar em quase sete meses ontem nas bolsas americanas, pressionadas pela expectativa de redução da demanda para a produção de ração animal. A expectativa é sustentada pela queda dos preços do milho, que em Chicago chega a 22% neste mês, segundo a agência Bloomberg. Em Chicago, o bushel do trigo para entrega em setembro recuou 13,50 centavos de dólar, para US$ 7,8325. Dezembro fechou a US$ 8,0675, em baixa de 13 cents, e este mesmo vencimento registrou queda de 11,50 cents em Kansas, para US$ 8,3575. No Paraná, a saca de 60 quilos saiu, em média, por R$ 34,82, 0,26% a menos que na véspera, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura do Estado. (Valor Econômico)
AGRICULTURA: Paraná inicia a colheita do trigo antes mesmo de concluir o plantio
Apesar do plantio não ter sido oficialmente concluído, o Paraná já começa a colher as primeiras lavouras de trigo. O pontapé inicial foi dado nesta semana na região de Campo Mourão, Centro-Oeste do estado, com a colheita de variedades precoces semeadas no final de março. O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que ainda não tem registros oficiais de início da colheita, informou ontem que o plantio atinge 99% da área e que o estado tem potencial colher 2,91 milhões de toneladas, volume que corresponde a 50% da produção nacional. No mês passado, o potencial produtivo das lavouras paranaenses era estimado pelo Deral em 2,84 milhões de toneladas.
Aumento na produção - A expectativa de produção maior é decorrente da elevação do plantio, que deve ficar acima do projetado inicialmente. Hoje, o Deral deve divulgar levantamento que indica uma ampliação de 2,6% na previsão de área plantada, para 1,128 milhão de hectares. Há um mês, a projeção do órgão era de que 1,099 milhão de hectares fossem cultivados no estado, estimativa que já era superior ao primeiro levantamento, de 967 mil hectares.
Preços atrativos - Conforme o Deral, a área cresceu mais que o esperado porque os preços são atrativos ao produtor e o clima colaborou durante o plantio. De acordo com a agrônoma do Deral, Margorete Demarchi, os novos números do órgão já consideram o efeito adverso das geadas de junho, que comprometeram cerca de 8,5 mil hectares no estado. "Apesar de um pequeno atraso inicial nos trabalhos de semeadura, devido ao alongamento da colheita de verão, a safra de inverno paranaense se desenvolve sem maiores problemas e em linha com a média histórica", afirma Margorete.
Plantio - As primeiras áreas de trigo do estado foram plantadas há quatro meses, justamente na Região Noroeste. No núcleo regional de Campo Mourão, que responde por cerca de 8% da área cultivada no estado, aproximadamente 10% das lavouras já estão prontas para a colheita. Em todo o estado, esse índice é de apenas 2%, conforme o Deral. (Folha de Londrina)
PREVISÃO: Clima deve ser favorável para safra 2008/09
Se depender das condições climáticas, o plantio da safra de grãos 2008/09 não deve atrasar no Brasil. As floradas das lavouras de café e dos pomares de citros, que necessitam das primeiras chuvas de setembro, também devem ser normais, de acordo com análise das agências meteorológicas Somar e Climatempo. As previsões afastam os temores dos agricultores, que previam a repetição das condições climáticas do final de julho do ano passado, quando as chuvas extemporâneas prejudicaram a colheita da cana e do café, além de antecipar as floradas dos cafezais e laranjais.
Plantio - Livres de fenômenos como El Niño e La Niña, os produtores poderão iniciar a implantação da safra de grãos no período recomendado pelo zoneamento agroclimático, entre o final de setembro e outubro. "Estamos em uma fase de transição entre os fenômenos e devemos ver um período de neutralidade climática", afirmou Paulo Etchitchury, da Somar Meteorologia. No ano passado, a presença do fenômeno La Niña (esfriamento das águas do Oceano Pacífico) estendeu o período de estiagem desde o outono (março) até outubro, o que atrasou o plantio de soja e milho na região Centro-Sul. "Em abril deste ano vimos as últimas influências do La Niña. O fenômeno enfraqueceu totalmente e o regime de chuvas da primavera deve ficar dentro da média histórica", afirmou Etchitchury.
Chuvas - De acordo com Josélia Pegorin, da Climatempo, o último La Niña teve intensidade entre leve e moderada e nem este fenômeno nem o El Niño aparecem nos mapas meteorológicos nos próximos meses. Os meteorologistas alertam que ainda é cedo para prever volume de chuvas e temperaturas de agosto para frente, mas modelos climáticos mostram com consistência um período de neutralidade climática no inverno e na primavera. "As previsões sempre trazem embutida certa imprecisão, mas a neutralidade é consistente", disse Etchitchury. (Agência Estado)
RODADA DOHA I: Não acredito em Doha, diz Stephanes
Autoridade máxima da área agrícola do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, declarou ao Estado que não acredita na Rodada Doha. Na contracorrente dos esforços em Genebra de seu colega Celso Amorim, chanceler da República, Stephanes argumenta que a Rodada "não servirá para nada" e a demanda por alimentos em expansão provocará inevitavelmente a liberalização dos mercados agrícolas e a redução dos subsídios dos países mais ricos ao setor. "As negociações podem até chegar a uma saída honrosa. Mas esse acordo não significará nada", disse o ministro. "A Rodada Doha joga com números, e não com a realidade. Em termos práticos, não há razão objetiva para trazer impacto positivo à agricultura mundial."
Demanda mundial - Stephanes trabalha com um cenário de expansão da demanda mundial por alimentos na próxima década, com novos choques nos preços internacionais. O mais próximo, previsto para 2010 e 2011. O "mundo de demanda", em seu ponto de vista, necessariamente forçará os países ricos a reduzir seus desembolsos com os subsídios. Igualmente elevará as pressões internas por mais abertura nos países com estruturas mais protecionistas.
Lula - "A liberalização de mercados agrícolas e a redução dos subsídios vão acontecer, inevitavelmente. Não em função de rodadas da OMC, mas por razões de mercado." Stephanes deixou claro que não expôs seu ponto de vista ao presidente Lula - que se tornou entusiasta da Rodada por influência de Amorim - porque nunca foi solicitado a fazê-lo. Mas, em várias oportunidades, apresentou sua opinião ao chanceler.
Saída honrosa - Para ele, as negociações desta semana podem até chegar a uma saída honrosa, sem impacto efetivo sobre o comércio agrícola mundial. Mas esse acordo não será aceito sem resistência pelos setores industriais do Brasil e do resto do Mercosul, que pagará com redução do atual nível de proteção. "Diplomata nem sempre representa as realidades e nem mesmo usa uma linguagem direta para se expressar", lamentou.
Acompanhamento - Embora cético quanto ao impacto de um acordo multilateral sobre o comércio agrícola, Stephanes vem acompanhando a Rodada. Em outubro, em visita à Comissão Européia, conversou com parlamentares europeus, que se mostraram pouco cordiais quando abordados sobre os subsídios da Política Agrícola Comum (PAC). Também ouviu de Peter Mandelson, comissário europeu para a Agricultura, a avaliação de que a Rodada não chegaria a um acordo. Para acompanhar a delegação chefiada por Amorim, Stephanes indicou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto. No início da semana, Porto e os representantes do setor agrícola brasileiro foram mantidos à distância da reunião de Amorim e a representante de Comércio dos EUA, Susan Schwab. (Estadão)
RODADA DOHA II: "Não tem acordo" sem flexibilização de EUA e Europa, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na quarta-feira (23.07), que "não tem acordo", se não houver flexibilização nas negociações da Rodada Doha. "Se não houver uma efetiva diminuição dos subsídios dos Estados Unidos e se não houver uma efetiva flexibilização para o mercado agrícola europeu não tem acordo e cada um que arque com sua responsabilidade", disse, após almoço com o primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning, no Palácio do Itamaraty.
Países emergentes - Lula afirmou que os americanos e europeus "acham que os países emergentes têm que se subordinar à lógica deles" e estão habituados a um tempo em que "não tinha negociação, eles impunham o que eles queriam e os outros eram obrigados a aceitar". Mas atualmente, segundo Lula, "é preciso levar em conta a existência dos países emergentes". Segundo Lula, durante as negociações da Rodada Doha, cujas reuniões ocorrem em Genebra, Suíça, os países que integram o G20 têm demonstrado aos Estados Unidos e à Europa disposição em fazer concessões em relação aos produtos industriais.
Otimista - Lula disse ainda que é o mais otimista dos chefes de Estado quanto à possibilidade de acordo na Rodada Doha, desde que atendidas várias condições. "Eu tenho dito que sou o mais otimista dos dirigentes do mundo sobre a possibilidade de se fazer um acordo na Rodada de Doha. Até porque estou convencido de que, se nós quisermos ter paz no mundo, combater o terrorismo e evitar essa perseguição aos imigrantes no mundo inteiro, temos que ajudar a desenvolver os países mais pobres", afirmou. "E isso necessariamente passa por um bom acordo na Rodada de Doha em que os europeus flexibilizem o mercado de agricultura, e os países pobres possam vender seus produtos, que os Estados Unidos reduzam seus subsídios e que nós, do G20, façamos uma flexibilização nos produtos industriais", declarou o presidente, após encontro com o primeiro-ministro de Trinidad e Tobago, Patrick Manning.
Amorim - O presidente manifestou apoio à atuação do ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, nas negociações da rodada. "O Celso Amorim é um extraordinário negociador, portanto, penso que estamos em boas mãos". Amorim se envolveu em uma polêmica em Genebra ao comparar a negociação dos países ricos sobre a Rodada Doha com a propaganda nazista (uma mentira dita mil vezes torna-se verdade).
Produção de alimentos - Lula disse ainda que um caminho para amenizar a crise alimentar o mundo é incentivar os países mais pobres a plantarem mais alimentos. "Para os países mais pobres plantarem alimentos é preciso que haja perspectiva de mercado, para eles venderem seus produtos", completou o presidente. Durante as negociações, os Estados Unidos propuseram redução dos subsídios agrícolas para US$ 15 bilhões. O G20, grupo de países em desenvolvimento, liderado pelo Brasil e Índia, havia pedido um limite de concessão de subsídios de, no máximo, US$ 13 bilhões. (Estadão)
ECONOMIA: Copom surpreende e sobe juros para 13% ao ano
A deterioração nas expectativas de inflação para este ano e para 2009 fez o Comitê de Política Monetária (Copom) elevar em 0,75 ponto porcentual a taxa básica de juros (Selic), para 13% ao ano. Foi a segunda maior alta promovida pelo comitê no governo Lula - a primeira ocorreu em 25 de fevereiro de 2003, de 25,5% para 26,5% ao ano. Em sintonia com o resultado, os diretores do BC carregaram no tom do tradicional comunicado divulgado após a reunião e demonstraram desconforto com a alta dos preços. "Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13% ao ano sem viés", destacou o BC, na terceira alta do atual ciclo de aperto monetário, iniciado em abril.
Surpresa - A decisão surpreendeu o mercado financeiro. Embora alguns economistas acreditassem numa alta de 0,75 ponto porcentual, a maioria apostou em 0,50 ponto. Com a intensidade maior, os economistas prevêem revisões nos números da economia, inclusive na taxa de crescimento econômico para 2009. Eles acreditam que o BC deverá manter o ritmo de elevação dos juros nas próximas reuniões (são mais três neste ano), mas preferem aguardar novas sinalizações na ata que será divulgada semana que vem.
Meta - De qualquer forma, a atitude mais rígida apresentada no comunicado já demonstrou que o BC vai fazer de tudo para que a inflação fique dentro da meta, destacou o economista da Modal Asset Management, Tomás Fonseca Goulart, que apostava em 0,5 ponto. "Os diretores sinalizaram que estão bastante comprometido com a missão de não deixar os índices acima da meta de 6,5% este ano. Por isso, tiveram uma atuação mais forte para não sofrer constrangimentos depois". Na avaliação do estrategista do Banco Santander, Constantin Jancso, a alta acima do esperado diminui as chances de o BC reduzir o aperto monetário nos próximos meses. "Diante da decisão de ontem teremos de rever nossas expectativas de crescimento da atividade econômica no próximo ano, que agora deve ficar abaixo dos 3,5% previstos anteriormente."
Reflexos - O volume de investimentos diretos também tende a arrefecer um pouco, assim como o consumo. "Mas o investment grade (grau de investimento) conseguido pelo País pode amenizar o efeito. Isso porque os investidores estrangeiros olham mais a expectativa de crescimento num período de dez anos ou mais. Não no curto prazo", destaca o economista do Banco Espírito Santo (BES), Flávio Serrano. "Acredito que o volume de investimento vai arrefecer, mas não despencar."
Curto prazo - Para o economista-chefe do Banco WestLB do Brasil, Roberto Padovani, a decisão mostra que o BC está preocupado com a inflação no curto prazo e optou por um efeito mais rápido da política monetária sobre o movimento de alta observado nos indicadores de inflação em 2008. "A estratégia do BC foi antecipar os efeitos da política monetária e coordenar também as expectativas de inflação da melhor forma possível", disse Padovani, que fazia parte da corrente de analistas que apostavam no 0,5 ponto. (Gazeta do Povo)
AGENDA: Agroleite quer reunir 750 animais
A Agroleite 2008, a ser realizada pela cooperativa Castrolanda entre 12 e 16 de agosto, deve expor cerca de 750 animais de várias raças. Em época de alta procura por vacas leiteiras, os organizadores encontram certa dificuldade para reunir tantas cabeças. A expectativa é que 50 mil pessoas passem pelo local do evento, o Parque de Exposições Dario Macedo, em Castro, a 150 quilômetros de Curitiba, na Região dos Campos Gerais. Além da cadeia leiteira, as palestras da Agroleite vão abordar a produção de grãos, a suinocultura e a integração lavoura- pecuária. O leilão das raças holandesa, pardo-suíça, jérsei e simental está marcado para dia 15, às 20h45. Informações: www.agroleitecastrolanda.com.br
Feira Sabores do Campo segue até domingo, em Curitiba
Desde quarta-feira (23.07), o público de Curitiba tem a oportunidade de estar em contato com os verdadeiros sabores e aromas do campo. Isso será possível com a realização da IX Feira Sabores do Campo, que acontece no Centro de Eventos do Parque Barigüi até dia 27 (domingo). Este ano estarão à disposição cerca de 2.000 itens entre produtos convencionais e orgânicos, de origem animal e vegetal. Serão cerca de 500 famílias vendendo e oferecendo produtos exclusivos como queijos, embutidos, conservas, geléias, pães, bolachas, doces, sucos, licores, picles, todos produzidos nas propriedades da Agricultura Familiar. Também estarão em exposição o artesanato rural e as alternativas de Turismo Rural na Região Metropolitana de Curitiba e de outras regiões do Paraná. A Feira Sabores do Campo é uma promoção da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento que junto com a Emater coordena o programa Fábrica do Agricultor, criado para diversificar a cadeia produtiva rural como forma de fortalecimento da Agricultura Familiar, fixação e permanência do agricultor na sua atividade, integrada ao sistema de produção.
Encontro reúne produtores de laranja
As perspectivas da citricultura estadual e regional, adensamento de plantio, presença e controle da doença greening, produção de mudas, controle do cancro cítrico, estão entre os temas do 2º Encontro de Produtores de Laranja de Mesa e Indústria. O evento, que deve reunir 300 produtores, acontece na quinta-feira (25.07), em Nova América da Colina (32 km ao sul de Cornélio Procópio). A laranja, segundo o engenheiro agrônomo Maurílio Gomes, da comissão organizadora e executor regional de fruticultura da Emater de Cornélio Procópio, é apontada como mais uma opção para ampliar as oportunidades de emprego e renda na agricultura familiar no norte do Estado. Na safra 2008/09 a produção estimada é de 13,7 milhões de caixas, correspondendo a 35,8 mil toneladas de suco concentrado destinadas a países da União Européia, Oriente Médio, Estados Unidos da América, Canadá e Austrália. Atualmente o Paraná conta com três indústrias que produzem suco de laranja, duas do sistema cooperativo. Mais informações: Maurílio Gomes (43)3523-2233 e Lucas Batista Neves (43)3553-1411.
Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
Entre 13 e 15 de agosto acontece em Chapecó o I Simpósio Brasil Sul de Suinocultura e II Seminário Regional da Abraves - SC. O evento é destinado a médicos veterinários, zootecnistas, agrônomos das agroindústrias e cooperativas, técnicos de inseminação e gestores de UPL. O simpósio abordará as demandas sanitárias, nutricionais, de manejo e de biosseguridade das agroindústrias e cooperativas. O Simpósio ocorrerá no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo de Nes, localizado na rua Assis Brasil, 20D - Centro. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://nucleovet.com.br/novosite/simpsui/index.php
Congresso Nacional de Milho e Sorgo
"Agroenergia, Produção de Alimentos e Mudanças Climáticas: Desafios para Milho e Sorgo", é o tema o XXVII Congresso Nacional de Milho e Sorgo, que acontece de 31 de agosto a 03 de setembro, no Centro de Exposições e Eventos de Londrina. O evento é uma promoção da Associação Brasileira de Milho e Sorgo, e será realizado pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), em parceria com a Embrapa Milho e Sorgo. Realizado desde 1950, o Congresso é considerado referência na divulgação de inovações tecnológicas para todo território nacional. Entre seus objetivos, destaca-se a permanente busca por novas e eficientes soluções para as culturas do milho e sorgo, visando superar os desafios que se apresentam no cenário nacional e internacional. Informações pelo e-mail cnmslondrina@fbeventos.com.br, telefone (43) 3025-5121 ou pelo site www.cnmslondrina.com.br
Corecon-PR promove o XIII Enesul
O Conselho Regional de Economia 6.ª Região Paraná - Corecon PR, será o responsável este ano pelo XIII Enesul - Encontro de Economistas da Região Sul, evento realizado anualmente por um dos Conselhos Regionais de Economia da Região Sul do Brasil. O XIII Enesul acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto, no Auditório da Fundação Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu. Informações (41) 3336-0701, e-mail corecon-pr@corecon-pr.org.br
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