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COCAMAR NOTÍCIAS - 20/08/2008


- Para Cocamar, é possível ampliar produtividade do café
- Prêmio Ocepar de Jornalismo será lançado nesta quinta em Maringá
- Deve chover na época do plantio, mas El Niño pode estar de volta


CAFÉ

Para Cocamar, região tem potencial para aumentar qualidade e produtividade

1° Encontro de Produtores de Café da cooperativa, com a premiação aos vencedores de Concurso de Produtividade, será nesta quinta-feira em Umuarama

A programação do 1° Encontro de Produtores de Café que será promovido pela Cocamar nesta quinta-feira a partir das 13h em Umuarama, no Hotel Caiuá, prevê palestras com alguns especialistas especialmente convidados sobre temas como qualidade e produtividade da cultura.
O coordenador de Café da cooperativa, engenheiro agrônomo Francisco Ubiratan Ayres, o Bira, observa que a cafeicultura da região Noroeste do Paraná apresenta um grande potencial de produtividade, mas a média ainda é considerada baixa, ao redor de 15 sacas beneficiadas por hectare. Nos cultivos conduzidos com tecnologias mais modernas, explica ele, o café não apenas tem uma produtividade maior como a atividade é considerada uma opção lucrativa para a diversificação dos negócios. “O cafeicultor consegue ganhar dinheiro mesmo diante da baixa cotação do dólar frente o real, que tem influenciado a cotação do produto”, diz.
No entender do coordenador, a saída para o cafeicultor é investir em produtividade, lembrando que, em paralelo a isso, a qualidade é indispensável.
Às 17h serão conhecidos os vencedores do 2° Prêmio Cocamar de Produtividade de Café, que contou com a inscrição de dezenas de cafeicultores.
A expectativa da Cocamar é que cerca de 400 produtores estejam presentes ao Encontro, que é reservado exclusivamente a associados da cooperativa. (Flamma)


IMPRENSA

Prêmio Ocepar de Jornalismo terá lançamento regional nesta quinta-feira em Maringá

Evento será às 9h no Mabu Golden; quinta edição do concurso vai distribuir R$ 51 mil em prêmios

Acontece nesta quinta-feira, às 9h, no Mabu Golden Suíte Hotel, em Maringá, o lançamento regional do Prêmio Ocepar de Jornalismo 2008, cujo tema é “Cooperativismo que gera emprego, renda e desenvolvimento de pessoas – orgulho do Paraná”. O presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, que é vice-presidente da Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), estará representando a entidade, ao lado do coordenador de comunicação, Samuel Milleo Filho.
Vão ser distribuídos R$ 51 mil em prêmios nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa e Categoria Especial ramo Crédito e Saúde.
O Prêmio Ocepar de Jornalismo conta com o apoio do Sicredi Paraná e Unimed Paraná e tem como objetivo incentivar a produção de reportagens jornalísticas sobre os valores e benefícios do cooperativismo para a sociedade. “Hoje, de uma população pouco mais que 10 milhões de paranaenses, mais de 2,1 milhões se beneficiam diretamente da atuação das cooperativas, que no ano passado movimentaram R$ 18,5 bilhões. Recursos esses que geraram emprego, renda no campo e nas cidades e melhor qualidade de vida e que acabam sendo importantes geradoras de notícias para a mídia local, estadual e nacional”, frisa Samuel Milleo.
Em 2007, houve 62 inscrições para o concurso, um aumento de 47% em relação ao ano anterior, esperando-se para este ano um número equivalente ou superior. Milléo destaca que foram criados dois prêmios especiais para as melhores matérias inscritas sobre os ramos crédito e saúde, no valor de R$ 3.500,00 cada.
PRAZO
Os trabalhos já publicados na imprensa neste ano que estejam adequados ao tema também podem ser inscritos para concorrer ao prêmio, cujas inscrições serão encerradas no dia 1º de novembro de 2008. Os vencedores serão conhecidos no dia 5 de dezembro, durante evento do cooperativismo paranaense, em Curitiba. (Imprensa Ocepar e Flamma)


CLIMA

Duas notícias, uma boa e uma ruim: deve chover na época de plantio, mas El Niño pode voltar


Popularmente conhecido como El niño, o indício do aquecimento do oceano na região do Pacífico Equatorial registrado desde maio não deve causar problemas climáticos no Brasil significativos durante o plantio da safra de verão deste ano. No Brasil, o fenômeno é conhecido por causar chuvas abundantes na região Sul de maio até julho, aumento na temperatura durante o inverno no Sudeste e seca no Norte e Nordeste.
Estudo feito pela Climasecurity, parceria entre Agrosecurity e Climatempo aponta que o fenômeno será de menor intensidade e deverá causar chuva de granizo entre setembro e outubro em algumas regiões do Sul do País. Mesmo assim, a expectativa é de que a produtividade seja uma das maiores dos últimos cinco anos. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produtividade da última safra foi de três mil sacas por hectare, para uma produção recorde estimada em 143 milhões de toneladas.
FAVORÁVEL - "Ao contrário do ano passado, a tendência é de que o clima seja favorável e o plantio ocorra no período programado", avalia Patrícia Madeira, meteorologista da Climatempo. No entanto, ela não descarta grandes perdas em alguns municípios do Paraná causadas pelas chuvas de granizo. Já em janeiro, a previsão é de tempo seco e nublado com muitos dias sem o sol aparecer. "Isso pode favorecer o aparecimento de fungos e outras doenças", alerta. Em fevereiro e março, a diminuição das chuvas deverá favorecer a colheita.
PREOCUPA - Expedito Rebello, chefe de pesquisas aplicadas do Instituto Nacioal de Meteorologia (Inmet), acredita que o fenômeno deverá fazer estragos até o fim do ano. "O mês de agosto deverá ser o mais seco dos últimos anos em grande parte do Centro-Oeste pegando o sul do Maranhão, do Piauí e doPará", avalia. No Sul, as chuvas devem ser intensas até setembro. Em outubro, o clima melhora na região que pode alternar dias secos com pancadas de chuva. "Já o Nordeste vai permanecer com estiagem até o final do ano", disse.
Já a Somarmeteorologia descarta a ocorrência do fenômeno até o final de abril. "Desde maio notamos uma oscilação de até 3ºC na temperatura do Pacífico próximo ao Peru. Mas é necessário um período de três trimestres com esse cenáiro para afirmar que o El niño está ocorrendo". A previsão da empresa é de que o clima permaneça normal durante todo o verão com pancadas de chuva típicas da estação.
DEVASTADOR - O El niño é conhecido pela sua ação devastadora gerada pelo clima seco nas regiões ao norte. Em 1983 e 1998 foram, os períodos que o fenômeno causou os maiores prejuízos. No último caso, ocorreu seca na Indonésia, México e América Central. Os incêndios consumiram cidades na Indonésia, Sumatra e Malásia. Inundações destruíram cidades inteiras no Peru. Na Mongólia as temperaturas atingiram 42º C e na Europa central foram vitimadas mais de 100 pessoas.
Fernando Pimentel, diretor da Agrosecurity, afirma que mesmo com o atraso do ano passado algumas regiões do sudoeste goiano e sul do Mato Grosso tiveram um rendimento muito favorável. Ele explica que o clima é um fator determinante na decisão do produtor e move peças importantes como o mercado de sementes. "O produtor precisa aprender a tomar decisões antecipadas e não depois da situação se tornar crítica". (Gazeta Mercantil)

 
   

Pessoas inteligentes valorizam os produtos benéficos ao meio ambiente.

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