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LÍDERES EMPRESARIAIS: Koslovski participa do Fórum Regional no Paraná
O presidente do Sistema Ocepar/Sescoop-PR, João Paulo Koslovski, é um dos convidados do Fórum Regional: Líderes Pensando o Futuro, evento que acontece nesta terça-feira (29.07), no Cietep, em Curitiba. Realizado pelo Fórum de Líderes Empresariais, o evento tem por objetivo aproximar os líderes estaduais e difundir os mecanismos para organização do conjunto do empresariado como instrumento de influência nas decisões do País. O evento contará com as presenças de líderes empresariais como Ozires Silva, presidente do Fórum de Líderes Empresariais, ex-ministro da Infra-Estrutura e ex-presidente da Petrobras, Embraer e Varig, e Luiz Fernando Levy, presidente do Conselho Curador do Fórum de Líderes Empresariais. Além do presidente da Ocepar, também estarão presentes outras lideranças empresariais que se constituem em referências do setor no Estado do Paraná, como o presidente da Fiep, Rodrigo Costa da Rocha Loures, o presidente da Fecomércio e Sebrae-PR, Darci Piana, o presidente da Faciap, Ardisson Naim Akel, a presidente em exercício da ACP, Avani Ribeiro, e o presidente da ADVB-PR, Rodrigo Florenzano.
Outras capitais - O Fórum Regional: Líderes Pensando o Futuro acontece em 11 capitais do País: Belém, Recife, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre, Palmas, Salvador, Florianópolis e Brasília. Duas edições do Fórum Regional já ocorreram, respectivamente, em Belém e Recife. Esses eventos constituem-se em uma marca da sempre busca pela inovação e inserção do Fórum entre as lideranças empresariais brasileiras. Confira a datas dos próximos fóruns regionais: Ceará, dia 14 de agosto, Goiás, 27 de agosto, Minas Gerais, 8 de setembro, Rio Grande do Sul, 17 de setembro, Tocantins, 24 de setembro, Bahia, de 2 de outubro, Santa Catarina, 13 de outubro, e Brasília, 4 de novembro. A inscrição em um dos fóruns deve ser feita pelo e-mail: lideres@lideres.org.br. Mais informações no (11) 3043-7395 ou no site www.lideres.org.br
CRÉDITO: Sicredi abre unidade em Paranaguá
Será inaugurada no final da tarde desta segunda-feira (28.07) a unidade Sicredi em Paranaguá, marcando o início da atuação do sistema no litoral do Paraná. A unidade pertence à Sicredi Sudeste, que tem sede na Lapa, e vai permitir, num futuro próximo, a constituição de uma cooperativa de livre admissão para atender a todo o litoral. A implantação da unidade está sendo apoiada pela Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap), em cujas instalações o Sicredi se instalou. A instalação do Sicredi no município é considerada estratégica por ser um sistema cooperativo financeiro sólido e, além disso, porque será o ponto de apoio aos transportadores de cereais integrantes do sistema, que a partir de agora podem fazer suas operações através da unidade de Paranaguá.
COROL: Cooperativa distribui cartilha sobre legislação ambiental
O Comitê de Meio Ambiente da Corol Cooperativa Agroindustrial em parceria com o Projeto Cooperar lançou uma cartilha que objetiva orientar e atualizar cooperados e colaboradores sobre legislação ambiental. O material é resultado de uma série de palestras realizadas pela cooperativa com intuito de difundir a consciência ambiental entre associados e comunidade. Foram impressos e distribuídos 3.000 exemplares da cartilha. A publicação aborda dúvidas freqüentes sobre questões ambientais. Utilizando-se de linguagem simples, explica termos como Reserva Legal, Sisleg, Georreferenciamento, Servidão Ambiental, Ato Declatório Ambiental - ADA, Unidades de Conservação, infração administrativa, outorga e licença da água, licenciamento, passivo ambiental e outros temas. O Comitê Ambiental da Corol foi criado em 2007 com intuito de informar, padronizar e divulgar as ações ambientais dentro da cooperativa.
DIA DO AGRICULTOR: Data para homenagens e reflexões
Hoje, 28 de julho, é o Dia do Agricultor. Data oportuna para reflexão e também para cumprimentos a todos os homens e mulheres do campo. Pessoas que obtêm seu sustento na terra, de sol a sol, na lida árdua e muitas vezes não reconhecida, produzindo alimentos e riquezas para o Brasil. Ciente dos grandes desafios do setor, mas confiante na força e perseverança que demonstram, o Sistema Ocepar agradece e homenageia a todos os agricultores e agricultoras que fortalecem o cooperativismo e ajudam a construir, com trabalho e dedicação, um país melhor e mais produtivo. As lutas e bandeiras do agricultor terão sempre o apoio da Ocepar e das cooperativas do Paraná.
AMP: Congresso e Feira Nacional de Produtos e Serviços para Municípios
A Associação dos Municípios do Paraná (AMP) promove de 6 a 8 de agosto, em Foz do Iguaçu, o Municipal 2008 - Congresso e Feira Nacional de Produtos e Serviços para Municípios. O evento, que acontecerá nos Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, tem o apoio dos governos Federal e Estadual, CNM (Confederação Nacional dos Municípios), UVB (União dos Vereadores do Brasil), além de empresas públicas e privadas. A abertura do encontro terá a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador do Paraná, Roberto Requião, dos ministros de Estado Dilma Roussef (Casa Civil), Paulo Bernardo (Planejamento), Fernando Hadad (Educação), e Reinhold Stephanes (Agricultura), e do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
AGRONEGÓCIOS: Valor agregado abre porta para o mercado japonês
Vender mais e agregar valor. É com esta estratégia que as empresas paranaenses querem aumentar as exportações para o Japão, país considerado mercado de difícil inserção e que ocupou a 14.ª colocação no ranking entre os principais parceiros internacionais do Estado, em exportações no ano passado. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Paraná, em 2007, vendeu US$ 256 milhões ao Japão, avanço de 28,32% sobre o ano anterior. E importou US$ 156 milhões, uma elevação de 37,89% sobre 2006. Entre os produtos exportados destacam-se frango congelado, álcool etílico, café solúvel, fios de seda, milho, injetores para motores e madeira.
Japão, mercado decisivo - A segunda maior economia do planeta é detentora de tecnologia avançada, com destaques na indústria de veículos e motores, equipamentos eletrônicos e de telecomunicações, máquinas-ferramentas e computadores, sistemas de produção, entre outros. Mas essa nação de 127 milhões de habitantes depende integralmente da importação de matérias-primas e do petróleo. Possui quase auto-suficiente em arroz, mas importa cerca de metade de cereais e demais alimentos.
Copagril - José Lima é responsável pelo departamento de comércio exterior da cooperativa Copagril, de Marechal Cândido Rondon, Com exportações de frango para o Japão desde 2005, a empresa espera aumentar as vendas no futuro. "O Japão é um mercado decisivo para nossa empresa. Fizemos uma análise de mercado e constatamos que o Japão e um país rentável como os países da Europa". (Boletim Informativo da Secretaria de Estado da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul)
CAPACITAÇÃO: Curso de Classificação e Análise de Grãos
Orientar sobre as técnicas corretas de coleta de amostras e de determinação de umidade utilizando equipamentos padrões e de identificação de "defeitos" e impurezas em amostras de grãos, e também fornecer ao participante uma visão a respeito das condições e estruturas de armazenagem de grãos e das exigências de qualidade oficial e de mercado. Estes são os objetivos do Curso de Classificação e Análise de Grãos do Centreinar que acontece de 11 a 15 de agosto, na sede do Centreinar, em Viçosa (MG). Com uma carga horária de 40 horas/aula, o curso terá o seguinte conteúdo programático: Introdução ao armazenamento; Amostragem, determinação de umidade e impurezas; Legislação; Padronização; Teoria de classificação; Práticas de classificação - produtos: Arroz, Sorgo, Trigo, Milho, Soja e Feijão.
Importância - Uma das principais questões relacionadas à comercialização de grãos, tanto no ato da compra quanto na venda, é saber exatamente o que está sendo comprado ou vendido. O desconhecimento das características ou padrões de classificação de grãos tem trazido não apenas prejuízos para compradores e vendedores como também problemas de ordem litigiosas e judiciais. No Curso de Classificação e Análise de Grãos, oferecido pelo Centreinar, os participantes terão, além da teoria, a oportunidade de praticar os procedimentos de classificação de arroz, sorgo, trigo, milho, soja e feijão. Assim, ao término do treinamento, o participante estará apto a realizar a análise de grãos dentro da classificação e padrões exigidos tanto pelo mercado consumidor como pelos órgãos oficiais. É importante ressaltar, no entanto, que esse curso não credencia o participante a atuar como Classificador Oficial. Para obter o credenciamento no MAPA é necessário realizar o curso de Formação de Classificadores de Grãos.
Como se inscrever - As inscrições podem ser feitas pela Internet www.centreinar.org.br/index.php?var=lista_cursos&id=39). A taxa é de R$ 500,00. Nesse valor está incluso todo o material didático, a emissão de certificados e o deslocamento interno (do hotel ao local do curso). A hospedagem e alimentação não estão incluídas no valor da inscrição.
IAPAR: Dia de campo de inverno
O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) realiza na próxima quarta-feira (30.07), a partir das 8h30, seu dia de campo anual de inverno, dirigido a técnicos, produtores e estudantes da área de ciências agrárias. Serão abordados aspectos técnicos da cultura de trigo, principal exploração de inverno no Paraná, como adubação, monitoramento de doenças, tratamento de sementes, qualidade do grão para a indústria e, ainda, as características das variedades desenvolvidas pelo Instituto. As cultivares IPR 130 e IPR 136, recentemente lançadas, são o destaque deste ano, mas também serão mostradas diversas linhagens que estão em fase final de avaliação para lançamento comercial.
Oleaginosas - Completam o programa a apresentação de oleaginosas para obtenção de biodiesel, plantas para cobertura do solo e rotação de culturas (adubos verdes), variedades e manejo de cafezais no inverno e, ainda, opções para pastagens, incluindo demonstração de cultivares de aveia.
Inscrição - A inscrição para o dia de campo deve ser feita diretamente no local do evento, sem custo. Somente no caso de excursões e grupos, a organização pede para indicar o número de pessoas com antecedência, pelo endereço: adt@iapar.br ou telefones (43) 3376-2373 e 3376-2159. (Folha de Londrina)
MEIO AMBIENTE: Consciência ambiental no campo ganha data no calendário nacional
Agora é oficial: 18 de agosto é o Dia Nacional do Campo Limpo. Criado em 2005 por iniciativa do inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), o dia será comemorado pela primeira vez, este ano, como data oficial do calendário nacional, de acordo com a Lei nº 11.657/2008. O projeto de lei foi elaborado pelo senador Jonas Pinheiro, falecido em fevereiro deste ano.
Comemoração acontece há quatro anos - O Dia Nacional do Campo Limpo, que será comemorado pelo quarto ano consecutivo, já atingiu 125 mil pessoas em todo o país em ações de conscientização ambiental nas regiões onde estão instaladas as centrais de recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas. A data tem por objetivo difundir e celebrar os bons resultados do sistema de destinação final de embalagens vazias, referência mundial e exemplo para todos os países que possuem sistema semelhante.
Números da destinação - Hoje, o Brasil dá a destinação adequada - reciclagem ou incineração - para 80% das embalagens de produtos fitossanitários colocadas no mercado e 96% do total de embalagens primárias (aquelas que entram em contato direto com o produto). A Alemanha destina atualmente 60%; a Austrália, 50%; a França, 45%; e os Estados Unidos, menos de 20%. Em 2007, foram destinadas no Brasil mais de 21 mil toneladas de embalagens de defensivos agrícolas. No primeiro semestre deste ano, o volume processado foi de 12 mil toneladas, um índice 9,8% superior ao ano anterior. No ano passado, mais de 76 mil pessoas foram envolvidas nas ações do Dia Nacional do Campo Limpo, realizadas por 93 centrais de recebimento de embalagens vazias, de 21 Estados brasileiros. Este ano, 106 centrais já aderiram às comemorações e a expectativa é de que as ações atinjam 95.000 pessoas.
Informações - Outras informações sobre Sistema de Destinação Final de Embalagens Vazias estão disponíveis no site www.inpev.org.br. (Imprensa InpEV)
TRABALHO: Agricultura familiar emprega 80% dos trabalhadores do campo no Paraná
A propriedade rural familiar emprega 80% dos trabalhadores do setor agropecuário paranaense, aponta estudo realizado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A agricultura familiar emprega 780 mil pessoas no Estado. A pesquisa também aponta que os empregos permanentes no campo superam o número de contratações temporárias. De 220 mil assalariados rurais, 120 mil têm vínculo empregatício permanente - ou seja, trabalham o ano todo, e não apenas durante a safra.
Pnad - O estudo Características das Ocupações da Agropecuária Paranaense - cuja primeira etapa o Ipardes concluiu na última quinta-feira (24.07) - analisa o mercado de trabalho no campo a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A edição mais recente da pesquisa foi produzida e divulgada pelo IBGE em 2006. A Pnad aponta que, em 2006, o Paraná tinha 5,4 milhões de pessoas no mercado de trabalho - 20% delas estavam empregados na agropecuária. Entre 2002 e 2006, o cultivo de fumo e cana-de-açúcar, a extração de madeira e a criação de bovinos foram as atividades que tiveram maior crescimento no número de pessoas ocupadas. Por outro lado, a mecanização nas culturas de soja e milho diminui o número de empregos nessas lavouras.
Produção agrícola - O Ipardes apurou que a produção agrícola mantém-se como principal demandante de trabalho no Paraná, responsável por cerca de 65% do total das ocupações, com destaque para as lavouras temporárias. A produção animal contribui com cerca de 30% do total de ocupados - aí incluídos a criação de bovinos de corte e de leite, aves e suínos. A terceirização na agricultura e outras atividades, tais como silvicultura e pesca, apresentam discreto crescimento na geração de postos de trabalho, e representam 5% do total de pessoas ocupadas na agropecuária.
Principal atividade - A bovinocultura é a principal atividade econômica no mercado de trabalho da agropecuária paranaense - emprega 25 de cada 100 assalariados no campo, ou mais de 190 mil pessoas em 2006. A criação de bovinos, o cultivo de fumo, cana-de-açúcar e a extração de madeira geraram cerca de 82 mil novas ocupações no período 2002 a 2006. O estudo mostra ainda que caiu discretamente o número pessoas ocupadas na agropecuária paranaense - de 1,07 milhão em 2002 para 1,04 milhão em 2006 -, devido principalmente à redução da mão-de-obra empregada nas lavouras de soja e milho.
Milho e soja - Em 2002, as atividades ligadas ao milho e à soja geravam cerca de 251 mil ocupações, numero que se reduziu para 151 mil em 2006, indicativo de que essas culturas aprofundam sua mecanização. Apesar da queda no número de ocupados, essas duas atividades continuam sendo as que mais empregam mão-de-obra no Estado. A economia paranaense ainda é fortemente influenciada pela receita de exportação dessas commodities.
Fumo - Os ocupados com a lavoura de fumo representam cerca de 16,2% do total de pessoas ocupadas em lavouras temporárias no Paraná em 2006. O Ipardes observou crescimento significativo do número de ocupados, que passou de 43,4 mil pessoas em 2002, para 63,3 mil pessoas em 2006. Nesta atividade, há participação predominante da agricultura familiar, com mais de 90% de ocupados por conta própria e membros não-remunerados de unidade familiar.
Cana-de-açúcar - A lavoura de cana-de-açúcar, atividade maciçamente empresarial, emprega assalariados permanentes em cerca de 80% das vagas que cria, mediante contratos de trabalho para o período de safra, que se estende de abril a dezembro. Parte dos ocupados é contratada para o corte da cana diretamente pela usina de açúcar ou de álcool. Entre 2002 e 2006, entretanto, observou-se o crescimento das ocupações de assalariados rurais contratados pelos empregadores rurais e queda das ocupações através de contratos com as usinas.
Hortaliças e café - A produção de hortaliças, embora contribua com apenas 5% do Valor Bruto da Produção do Paraná, responde por cerca de 21,2% do total de ocupados na agricultura. Na produção de hortaliças há dois segmentos de trabalhadores: aqueles que produzem para consumo próprio e outros para os quais esta é a atividade econômica preponderante, sendo os principais responsáveis pela produção estadual de hortaliças. O café também se mostrou atividade relevante para a absorção de trabalho, com a ocupação anual de 40 mil pessoas, metade das quais em empreendimentos da agricultura familiar. Com o modelo tecnológico do café adensado, há expectativa de renovação e recuperação da cafeicultura paranaense, que chega a representar mais de 60% das ocupações em lavouras permanentes no Estado. (AEN)
ELETRIFICAÇÃO: Copel retoma projeto de parcerias para termelétricas a bagaço de cana
A Copel retomou os procedimentos da chamada pública que pretende identificar e selecionar usinas produtoras de álcool e açúcar instaladas no Paraná, interessadas em constituir parcerias para a implantação de usinas geradoras de eletricidade a partir do bagaço de cana-de-açúcar. Os novos prazos estabelecidos pela concessionária fixam 18 de agosto como data limite para a apresentação de documentos para habilitação dos interessados e, até 29 de setembro para que sejam anunciados os projetos aprovados e selecionados.
Investimento - O processo para aproveitamento da biomassa na geração de energia elétrica pretende instalar até 120 MW de potência junto às usinas processadoras de cana no Paraná, reforçando disponibilidades de eletricidade. Essa medida atende ao crescimento do consumo e, adicionalmente, dará solução ao passivo ambiental, representado pelos grandes excedentes não aproveitados de bagaço de cana. "Nossas estimativas indicam que devem ser investidos, ao todo, cerca de R$ 260 milhões nesses projetos, repartidos proporcionalmente entre a Copel e os seus parceiros", informa Luiz Antonio Rossafa, diretor de engenharia da concessionária. "É certo que a Copel deverá participar majoritariamente desses empreendimentos, detendo no mínimo 51% e no máximo 60% das ações em cada parceria". Segundo estimativas da Copel, os excedentes de bagaço de cana disponíveis no Paraná seriam suficientes para alimentar um conjunto de termelétricas com potência total de 600 MW - quase tanto quanto uma das 20 turbinas de Itaipu.
Chamada Pública - A íntegra do edital de Chamada Pública para os empreendimentos de geração à biomassa está disponível para consulta no endereço eletrônico da Copel na internet (www.copel.com). (AEN)
RODADA DOHA I:EUA aumenta tensão em confronto com China e Índia
Os Estados Unidos elevaram a tensão nas negociações de Doha, acusando severamente a China e a Índia de tentarem bloquear a conclusão da rodada. Os dois grandes emergentes rebateram, diante dos outros 150 países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC), reunidos esta manhã para avaliar o estado da negociação. Em vez de aproximações, o que está havendo pelo menos publicamente é mais confrontação, em meio a expectativas sobre os novos textos de compromisso nas áreas agrícola e industrial. Nas negociações, o confronto ocorre como no futebol, na primeira liga, na segunda e na terceira. Na primeira, esta manhã foi entre EUA de um lado, China e Índia de outro. Os EUA querem acordos setoriais para eliminar ou reduzir mais rapidamente tarifas em áreas como químicos, maquinários e eletrônicos, o que Pequim recusa. Os chineses reagiram acusando os EUA de terem apresentado uma proposta agrícola insignificante para cortar subsídios.
Argentina - Na liga intermediária, a Argentina continua a resistir à rodada, enquanto México e outros moderados querem o acordo. Também prosseguiu o confronto entre os produtores de banana da América Latina, representados pelo Equador, e os africanos representados pelo Camarões que tem preferências tarifárias na União Européia. Enfim, na liga mais baixa, o Lesoto acusou Bangladesh de ter obtido uma preferência tarifária para sua produção de têxteis que os outros não conseguiram.
Oposição China e Índia - Ontem, a China juntou forças com a Índia, endurecendo para ter mais espaço para frear importações agrícolas na Rodada Doha. Também passou a se opor a acordos setoriais na área industrial, apesar de ser apontado como um dos principais ganhadores nesse setor. Além de Pequim trazer mais um complicador para a negociação, negociadores identificam uma "união estranha" entre a Argentina e a índia, apesar de Nova Délhi defender na negociação agrícola justamente o que não interessa aos argentinos como exportadores. A Argentina voltou a rechaçar ontem as bases de um acordo.
Brasil - Com os aliados tomando outros rumos, o Brasil insistiu na preservação do pacote agrícola e industrial apresentado pelo diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, e considera que tem ao seu lado a maioria dos países, favoráveis à negociação global. O G-33, liderado pela Indonésia e outros de agricultura frágil, também apareceu com uma posição maximalista contra importações, apesar da crise de alimentos que seus países enfrentam. Mas nenhum país abandonou a negociação, o que sinaliza que esperam acomodar suas demandas nos textos agrícola e industrial que a OMC deve divulgar hoje como base para a barganha final.
Sem possibilidade de acordo - Assim, ao final de mais uma rodada de negociações entre 30 ministros, a maioria reconheceu enormes diferenças, mas ainda vêem possibilidade de acordo. "Agora acho que há 65% de chances ", segundo o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim. O comissário europeu de comércio, Peter Mandelson, sequer quis falar, enviando beijinho aos jornalistas. Até então moderada, a China endossou posição da Índia e de grupos em desenvolvimento (G-33, Grupo Africano, Grupo ACP, Grupo de Economias Vulneráveis) contestando a proposta sobre um mecanismo de salvaguarda para frear alta súbita de importações ou queda de preços.
Salvaguarda - Pela proposta de Lamy, a salvaguarda somente pode ser usada quando as importações aumentarem 40% na média em três anos. Mas esses países querem aplicar sobretaxa quando a importação já subir 10% em volume. O Uruguai mostrou-se "terrivelmente preocupado". Exemplificou que bastará aumento de importações de 4,9% em dois anos seguidos para a China ou Índia aumentarem as tarifas acima do que está previsto na Rodada Uruguai.
Aumentos nas importações - As importações de soja da China aumentaram em média 48% ao ano. As importações de carne bovina congelada cresceram 20%. Na Índia, a importação de óleo de soja chegou a aumentar 168% em um ano. A China avisou também que vai designar açúcar, arroz, algodão, milho e trigo na categoria de "produtos especiais" que não terão corte tarifário algum. O problema é que Pequim tampouco quer reduzir a alíquota dentro das cotas que impôs para limitar a entrada dos produtos em seu mercado. No caso do açúcar, Pequim impõe tarifa de 50%, que cai para 15% dentro de uma cota global de 1,9 milhão de toneladas por ano. Para arroz, a taxa é de 65% e algodão, 40%.
Acordos setoriais - Maior surpresa, e maior endurecimento, foi a China agora se posicionar contra acordos setoriais, para eliminação ou redução acelerada de tarifas em certos setores industriais, quando Pequim tinha sido um dos demandantes. É verdade que a China poderá ser pressionada a participar desse tipo de acordos, mas porque é grande exportador. E quem vai se beneficiar é quem vende. Mas Pequim acha que o compromisso para negociar pelo menos dois acordos setoriais, incluindo no pacote de Lamy, pode forçá-lo a incluir químicos, maquinários e produtos elétricos, onde tem as maiores taxas e onde quer manter a proteção contra a concorrência estrangeira. O ministro Celso Amorim acha que há problema de interpretação. "Consideramos que taxativamente é participação voluntária", afirmou.
Área industrial - Por sua vez, Lamy reuniu-se com o ministro argentino Jorge Taiana para discutir uma solução específica para os argentinos na área industrial. Enquanto isso, Venezuela e Bolívia têm problemas ideológicos com a negociação. O pequeno Oman chegou a reclamar que não aceita reduzir uma tarifa de 5% para 4,65% - no período de dez anos. Há um acordo no contencioso da banana - ou quase. A União Européia e produtores da América Latina chegaram a um acordo que corta em 2 euros a tarifa por tonelada comparada a oferta inicial, com a taxa baixando para 114 euros em 2016. Mas Camarões, dentro do grupo ACP (África, Caribe e Pacifico, antigas colônias européias), cujas bananas entram sem tarifas na UE, contestam o acordo que tornaria suas produções menos competitivas.
Subsídios - Segundo negociadores, estão praticamente fechados dois dos pilares da negociação agrícola - subsídios a exportação e subsídios domésticos. O problema continua em acesso ao mercado nos países em desenvolvimento. "Se não tivermos solução logo para salvaguarda especial na agricultura e sobre acordos setoriais, tudo estará realmente em risco" , afirmou um negociador. Desta vez na negociação global, protagonistas de grandes divergências são os próprios países em desenvolvimento. O Brasil consolidou sua posição pelo acordo num telefonema na quinta-feira entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.
Futuro do G-20 - No estágio atual das negociações em Genebra, uma das questões é sobre o futuro do G-20. A resposta de Amorim mostrou bem menos entusiasmo sobre o futuro do grupo."O G-20 foi criado para obter um acordo", disse ele. "O Brasil fez concessões até em relação a seus objetivos, mas o G-20 não é um fim em si, o fim é obter um bom acordo na rodada de Doha. Na hora da verdade, as avaliações podem não ser idênticas. Então cada país tem que tomar sua decisão." Valor Econômico, especial para o Valor Online)
RODADA DOHA II: UE oferece ao Brasil cota ao etanol
A União Européia (UE) ofereceu ontem uma nova cota ao etanol brasileiro para tentar fechar um acordo com o Brasil na Rodada Doha. Para o Itamaraty, não haverá um acordo final enquanto não houver uma solução para o produto que é o carro-chefe da política comercial do governo Lula. Há dois dias, Bruxelas havia oferecido 1,4 milhão de toneladas em dez anos, mas o governo alertou que o volume seria insuficiente. Agora, apresentou novos números que começam a deixar o setor privado mais satisfeito.
Consumo futuro - Pela nova proposta, a cota estaria indexada pelo consumo futuro europeu, o que permitiria um incremento nas exportações nos próximos anos. "Estamos avançando o debate", afirmou o chanceler Celso Amorim, sem declarar que estaria satisfeito com o volume dado pelos europeus. Mesmo assim, o setor privado brasileiro alerta que pressionará pela abertura de uma disputa na Organização Mundial do Comércio (OMC) se a Rodada Doha não der uma solução e de fato reduzir as tarifas para a exportação do etanol nos Estados Unidos (EUA) e Europa. "Vamos ter de abrir uma disputa se não sairmos sem um acordo", alertou Marcos Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), que foi até Genebra acompanhar o processo. "Se o processo continuar como está, o etanol será o único produto que não será beneficiado da Rodada Doha", afirmou Jank. Ontem, o chanceler Celso Amorim confirmou que continua negociando um acesso aos mercados tanto da Europa como dos EUA e insinuou que não há como fechar um acordo sem uma solução para esse tema.
Congelamento - Nas negociações com a UE, a proposta inicial de Bruxelas significaria um congelamento do atual comércio pelos próximos 20 anos, o que não foi aceito pelo País. Já com os EUA, os diplomatas americanos e o chanceler Celso Amorim se reúnem hoje para debater a situação. A Casa Branca, porém, resiste em cortar a tarifa que hoje é de 54 centavos de dólares por galão. A medida é possível graças a um artigo no acordo da OMC que permite que países escolham produtos que ficam de fora de liberalizações. "Esse é o cupim no porão do prédio da OMC que ameaça todo o edifício", afirmou Jank.
Navio - Se o caso do etanol está difícil, o do açúcar é ainda mais complicada. Um navio e meio por ano. Esse é o volume que a Europa aceitará importar a mais do Brasil como resultado da Rodada Doha em termos de açúcar. O alerta é do setor privado brasileiro que destaca que a Rodada Doha oferecerá uma ampliação pequena para as exportações nacionais do setor. Pela proposta européia, uma cota seria criada para que, em 2018, o acesso ao mercado da UE chegue a 650 mil toneladas. "Isso ainda precisará ser dividido entre todos os exportadores", comentou Jank.
Cota extra - No primeiro ano, a cota extra seria de 65 mil toneladas de açúcar. "Isso é uma gota perto dos 20 milhões de toneladas que o Brasil exporta hoje", disse Jank. Para a UE, não há como abrir mais o mercado. Isso porque, com a queda dos subsídios nos últimos anos ao setor, 10 mil trabalhadores teriam sido demitidos, com cerca de 47 usinas de açúcar fechando suas portas. Na avaliação do governo brasileiro, essa redução ocorreu porque o setor europeu simplesmente não é produtivo.
Banana - Ontem, os países latino-americanos chegaram a um acordo sobre o comércio de banana com a Europa. O tema foi alvo de cerca de dez anos de disputas legais. O Brasil acatou o entendimento. Pelo acordo, a tarifa para a banana ficará em 148 por tonelada de produto em 2009, caindo para 114 em 2016. (Estadão)
TRIGO: Demanda reforçada
Os preços do trigo no mercado futuro encerraram a sexta-feira novamente em alta. Na bolsa de Chicago, os contratos para dezembro subiram 23,25 centavos de dólar, para US$ 8,3450 o bushel. Em Kansas, os papéis que também vencem em dezembro fecharam em alta de 17,25 cents, a US$ 8,58 o bushel. A demanda ganhou estímulo com as baixas dos preços das últimas semanas. "A demanda vai ser forte. O mercado de trigo trabalhará com mais empenho para garantir que há área plantada suficiente. A batalha por área vai voltar", disse Dennis DeLaughter, da Progressive Farm Marketing em Edna, Texas. No mercado interno, o preço da saca de 60 quilos caiu 0,41%% na sexta-feira, para R$ 34,16, na média, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral). (Valor Econômico)
CAFÉ: De olho no Brasil
A expectativa com uma nova edição do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), programa do governo federal que garante um preço mínimo ao produtor de café quando as cotações do grão estão abaixo do custo, puxou altas dos preços do café no mercado futuro, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. Em Nova York, os contratos de arábica com vencimento em dezembro subiram 215 pontos na sexta-feira, para US$ 1,4105 por libra-peso. Em Londres, os papéis de robusta que vencem em setembro encerraram em alta de US$ 38, a US$ 2.351 por tonelada. No mercado doméstico, o preço da saca de 60 quilos terminou a sexta-feira em alta de 1,09%, a R$ 245,61, de acordo com o índice Cepea/Esalq. Em julho, o preço da saca acumula perda de 7,03%. (Valor Econômico)
AGENDA: Sescoop-PR ministra curso para multiplicadores do Cooperjovem em Londrina
O Sescoop-PR promove de 28 a 30 de julho, em Londrina, o Curso Multiplicadores do Cooperjovem. Ministrado pelo coordenador de Desenvolvimento Humano, Humberto César Bridi, e pela analista de DH, Vanessa Christofoli de Castro, o curso acontecerá nas dependências do Hotel Crystal e deve reunir cerca de 20 educadores da região de Londrina. "É uma ocasião muito importante porque é o primeiro encontro com os professores, dentro do processo de implantação do Cooperjovem em Londrina, trabalho esse realizado em parceria com as cooperativas Confepar e Integrada, e que também conta com a ajuda da Uniodonto", afirma Vanessa.
Fórum dos Jornalistas e Comunicadores de Cooperativas
O Sistema Ocepar/Sescoop-PR promove nos dias 07 e 08 de agosto, em Curitiba, o Fórum dos Jornalistas e Comunicadores das Cooperativas Paranaenses. O encontro visa o aperfeiçoamento pessoal dos profissionais de comunicação das cooperativas, além da integração entre os profissionais e debate de questões de interesse profissional.
Programação - Na quinta-feira (07.08), será realizado o workshop Qualidade de Vida e Equilíbrio na Vida Moderna. Os trabalhos serão conduzidos pelo consultor Maurino Veiga, que no período da manhã fará as seguintes abordagens: a importância do equilíbrio na vida moderna; a administração de conflitos e emoções em situações de pressão; e felicidade, o caminho para prosperidade. No período da tarde, os temas abordados pelo consultor serão: a importância dos desafios no dia-a-dia; a importância de celebrar; pró-atividade e iniciativa: ferramentas para o sucesso; autoconhecimento como ferramenta para administrar o stress e a ansiedade.
Prêmio de Jornalismo - Na sexta-feira, o dia será dedicado ao debate de temas de interesse dos profissionais. Também serão apresentados os resultados da Pesquisa de Opinião sobre o Cooperativismo, realizada pelo Sistema Ocepar, e a Campanha de Marketing Institucional 2008. Durante o almoço de encerramento, o destaque será o lançamento do V Prêmio Ocepar de Jornalismo.
Inscrição - As inscrições para o Fórum devem ser efetuadas pelo Agente de Desenvolvimento Humano da Cooperativa por meio do site www.ocepar.org.br. Caso a cooperativa não tenha um agente, é preciso entrar em contato com o Sescoop-PR (rodolfo@ocepar.org.br). É necessário também confirmar a inscrição com Cleide de Paula, pelo telefone (41) 3200-1151 ou e-mail cleide@ocepar.org.br, com cópia para imprensa@ocepar.org.br
Agroleite quer reunir 750 animais
A Agroleite 2008, a ser realizada pela cooperativa Castrolanda entre 12 e 16 de agosto, deve expor cerca de 750 animais de várias raças. Em época de alta procura por vacas leiteiras, os organizadores encontram certa dificuldade para reunir tantas cabeças. A expectativa é que 50 mil pessoas passem pelo local do evento, o Parque de Exposições Dario Macedo, em Castro, a 150 quilôme-tros de Curitiba, na Região dos Campos Gerais. Além da cadeia leiteira, as palestras da Agroleite vão abordar a produção de grãos, a suinocultura e a integração lavoura- pecuária. O leilão das raças holandesa, pardo-suíça, jérsei e simental está marcado para dia 15, às 20h45. Informações: www.agroleitecastrolanda.com.br
Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
Entre 13 e 15 de agosto acontece em Chapecó o I Simpósio Brasil Sul de Suinocultura e II Seminário Regional da Abraves - SC. O evento é destinado a médicos veterinários, zootecnistas, agrônomos das agroindústrias e cooperativas, técnicos de inseminação e gestores de UPL. O simpósio abordará as demandas sanitárias, nutricionais, de manejo e de biosseguridade das agroindústrias e cooperativas. O Simpósio ocorrerá no Centro de Cultura e Eventos Plinio Arlindo de Nes, localizado na rua Assis Brasil, 20D - Centro. As inscrições podem ser feitas pelo site: http://nucleovet.com.br/novosite/simpsui/index.php
Congresso Nacional de Milho e Sorgo
"Agroenergia, Produção de Alimentos e Mudanças Climáticas: Desafios para Milho e Sorgo", é o tema o XXVII Congresso Nacional de Milho e Sorgo, que acontece de 31 de agosto a 03 de setembro, no Centro de Exposições e Eventos de Londrina. O evento é uma promoção da Associação Brasileira de Milho e Sorgo, e será realizado pelo Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), em parceria com a Embrapa Milho e Sorgo. Realizado desde 1950, o Congresso é considerado referência na divulgação de inovações tecnológicas para todo território nacional. Entre seus objetivos, destaca-se a permanente busca por novas e eficientes soluções para as culturas do milho e sorgo, visando superar os desafios que se apresentam no cenário nacional e internacional. Informações pelo e-mail cnmslondrina@fbeventos.com.br, telefone (43) 3025-5121 ou pelo site www.cnmslondrina.com.br
Corecon-PR promove o XIII Enesul
O Conselho Regional de Economia 6.ª Região Paraná - Corecon PR, será o responsável este ano pelo XIII Enesul - Encontro de Economistas da Região Sul, evento realizado anualmente por um dos Conselhos Regionais de Economia da Região Sul do Brasil. O XIII Enesul acontecerá nos dias 15 e 16 de agosto, no Auditório da Fundação Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu. Informações (41) 3336-0701, e-mail corecon-pr@corecon-pr.org.br
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