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10/02/2009 - PÁGINA RURAL – Eventos

Canadenses conhecem a Cocamar

A Cocamar está recebendo, nesta terça-feira, a visita de um grupo de produtores de grãos e técnicos do Canadá. Trazidos pela TNT Agritours, eles vão passar pela Unidade de Difusão de Tecnologia (UDT), deslocar-se até uma propriedade rural da região e, ao final, conhecer o parque industrial da cooperativa e o Acervo Histórico.


10/02/2009 - PÁGINA RURAL – Safra

Safra prolongada terminou no último final de semana na região da Cocamar

Alterações no clima, que levaram as plantas a ter várias florações durante o ano, fizeram com que a safra de laranja do ciclo 2007/08 fosse bastante prolongada. Na região da Cocamar, que conta com cerca de 8 mil hectares de pomares, a colheita começou em março do ano passado e só foi terminar no último final de semana. Normalmente a safra de laranja inicia em abril ou maio e é finalizada em dezembro ou início de janeiro.
Foram 3,466 milhões de caixas de 40,8 quilos, contra 3,0 milhões do período anterior. Segundo o superintendente Celso Carlos dos Santos Júnior, a previsão para a safra 2008/09 é de uma colheita ao redor de 4,5 milhões de caixas.
A estimativa é que em 2012 a fábrica de suco concentrado e congelado, situada em Paranavaí, atinja sua capacidade plena, de 7 milhões de caixas.



10/02/2009 - PÁGINA RURAL – Tecnologia

Cocamar adquire propriedade em Floresta para pesquisa e transferência de tecnologia

Uma área de 15 alqueires, localizada no município de Floresta, às margens da PR-317, que liga Maringá a Campo Mourão, foi adquirida pela Cocamar para a realização de pesquisas e transferência de tecnologia. A previsão é que em meados de 2010 já seja possível promover, lá, o Dia de Campo de Inverno.
O superintendente técnico e operacional Arquimedes Alexandrino informou que obras de infraestrutura, como cercas e instalações de apoio, serão executadas nos próximos meses. Vão começar, também, os trabalhos técnicos que contemplam todas as culturas praticadas na região da cooperativa, como soja, milho, trigo, café e laranja. Esse trabalho será desenvolvido em parceria com várias instituições de pesquisa e empresas parceiras.
A aquisição da área foi uma necessidade porque o local onde funciona atualmente a Unidade de Difusão de Tecnologia (UDT), próximo ao Aeroporto Regional, em Maringá, é considerado muito pequeno. São apenas 2,5 alqueires.
A novidade foi anunciada pelo presidente da cooperativa, Luiz Lourenço, aos produtores, durante o Dia de Campo de Verão promovido nos últimos dias 5 e 6. (Flamma)

09/02/2009 - AGROLINK – Notícias
08/02/2009 - TRIBUNA DO INTERIOR – Agropecuária
08/02/2009 - DIÁRIO DO NOROESTE – Agricultura
07/02/2009 - TRIBUNA DO NORTE – Exportações
06/02/2009 - JORNAL DO ESTADO – Economia
06/02/2009 - PÁGINA RURAL – Agronegócio

Cooperativas do Estado lideraram as exportações brasileiras em 2008

As cooperativas paranaenses fecharam o ano de 2008 liderando as exportações brasileiras do setor, atingindo o montante de US$ 1,44 bilhão, uma alta de 37% sobre o ano anterior. Os números superaram o crescimento nacional das cooperativas (21%) e colocam o Paraná à frente das tradicionais cooperativas paulistas. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Segundo o analista econômico do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, das 40 maiores empresas exportadoras do Paraná em 2008, seis são cooperativas. “As cooperativas que mais ganharam destaque no ano passado foram a Coamo, C. Vale, Lar, Copacol, Cocamar e Coopcana”, diz.
Os itens que mais foram exportados pelas cooperativas paranaenses foram os produtos do complexo soja, carnes e do setor sucro-alcooleiro. Os principais destinos desses produtos são a União Europeia e o continente asiático.
Realidade — Um dos exemplos do reflexo desse aumento nas exportações nas cooperativas paranaenses vem da C.Vale, de Palotina. Com um abate médio diário de 273.787 aves, o abatedouro comercializou 134,6 mil toneladas de carne de frango em 2008, alta de 23,08% na comparação com o ano anterior. A unidade da cooperativa exportou 58% da carne industrializada para um total de 48 países, entre eles África do Sul, Alemanha, Angola, Arábia Saudita, Argentina, entre outros. Com a venda de grãos e carnes, a C. Vale exportou, em 2008, R$ 330 milhões.
O faturamento das cooperativas também chama a atenção. A cooperativa Cocamar, de Maringá, teve o maior faturamento de sua história em 2008, chegando a R$ 1,378 bilhão, uma alta de 25% em relação a 2007. Apesar de priorizar o mercado interno, a cooperativa teve um aumento significativo no comércio exterior. Somente no ano passado, a cooperativa exportou cerca de US$ 40 milhões de farelo de soja e suco concentrado e congelado de laranja, que seguiram principalmente para o mercado europeu.
Para o secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Virgílio Moreira Filho, o governo do Estado está trabalhando para integrar os esforços das cooperativas para atingir o mercado externo. “O aumento da competitividade, com a capacitação de profissionais e treinamentos, é o que está sendo desenvolvido para incentivar a cultura exportadora nas cooperativas do Paraná”, afirma.
Não foram somente as cooperativas paranaenses que tiveram crescimento nas exportações em 2008. O Paraná fechou o ano com alta de 23,43% (US$ 15,247 bilhões) nas exportações em comparação com 2007. As importações também tiveram aumento significativo, com crescimento de 61,57% (US$ 14,570 bilhões). Com isso, o saldo da balança comercial do Estado ficou em US$ 677 milhões.



08/02/2009 - DIÁRIO DO NOROESTE – Informe DN

NA FRENTE

As cooperativas paranaenses fecharam o ano de 2008 liderando as exportações brasileiras do setor, atingindo o montante de US$ 1,44 bilhão, uma alta de 37% sobre o ano anterior. Os números superaram o crescimento nacional das cooperativas (21%) e colocam o Paraná à frente das tradicionais cooperativas paulistas. A Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) informa que das 40 maiores empresas exportadoras do Paraná em 2008, seis são cooperativas. São elas: Coamo, Lar, Copacol, Cocamar, C. Vale e Coopcana.


07/02/2009 - O DIÁRIO DE MARINGÁ – Economia

Milho transgênico estréia em solo paranaense

Neste ano, as lavouras de milho safrinha no Paraná terão, pela primeira vez, exemplares transgênicos. O milho geneticamente modificado com tecnologia Bt foi liberado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento este ano para plantio comercial.
Em 2008, o Ministério autorizou somente plantio experimental. Engenheiros agrônomos estimam que o milho Bt deve ocupar entre 20% e 30% das lavouras paranaenses de milho safrinha.
Na região de atuação da Cocamar, o milho geneticamente modificado deve atingir 15% da área de milho semeada na segunda safra 2008/2009, que deve somar 160 mil hectares.
O gerente técnico da Cocamar, Aparecido Fadoni, explica que a área de milho transgênico só não será maior em razão das exigências existentes.
“A área de atuação da Cooperativa é constituída por pequenos e médios produtores e eles sentem dificuldade em cumprir a legislação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).”
Fadoni se refere, especificamente, às regras de coexistência entre milhos transgênicos e variedades não-transgênicas. A lei recomenda que haja, no mínimo, dez fileiras de milho convencional rodeando a lavoura do grão geneticamente modificado.
O milho Bt produz uma proteína tóxica à lagarta do cartucho, que consome as folhas da planta de milho.
O engenheiro agrônomo Márcio Mendes, responsável pela Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT), em Maringá, da Cocamar, explica que a bactéria Bacillus thuringiensis, introduzida na planta, é inimiga natural da lagarta do cartucho, considerada uma das piores pragas dos milharais.
“Quando a lagarta raspa a folha da planta, ela se contamina com a bactéria e morre”, conta.
O engenheiro assegura que a nova tecnologia não causa mal à saúde do ser humano e nem prejudica o meio ambiente.
“Tanto é verdade que o produto é liberado pelo Ministério da Agricultura.”
As características nutricionais do milho convencional e do Bt são semelhantes.
Nos híbridos de milho convencionais, Mendes diz que a eficiência no controle da lagarta do cartucho está atrelada às condições climáticas.
Segundo ele, a lagarta é uma praga de difícil controle e para eliminá-la é necessário utilizar grande volume de água e evitar aplicar defensivos agrícolas nos horários mais quentes do dia.
“Se, por ventura, houver um período de seca, o agricultor terá dificuldade em controlar a praga e o produtor que plantar o milho Bt ficará livre desses problemas”, destaca.
A segurança e a comodidade, porém, vão custar caro. Em virtude da transgenia, o agricultor vai poder otimizar o tempo, pois deixará de entrar na lavoura para fazer o controle da lagarta.
Em vez de o agricultor voltar à plantação para aplicar o defensivo agrícola para eliminar a praga, ele poderá plantar mais e ganhar tempo. Para Mendes, a escolha pelo milho Bt, apesar do preço mais elevado, vale a pena.
“O milho transgênico é uma opção para o produtor que vai plantar área maior, além disso, a tecnologia permite que ele fique mais tranqüilo com relação ao controle das pragas.”
O plantio do milho safrinha começou este mês prossegue até vinte de março.

Cautela

O preço da semente e as exigências para o plantio de organismos geneticamente modificados serão impedimentos para que a área plantada de milho Bt no Paraná, na segunda safra 2008/2009, não seja expressiva.
Mendes acredita que a adesão ao milho transgênico acontecerá aos poucos, no mesmo ritmo que foi observado com a soja modificada.
“Os pequenos e médios agricultores vão esperar e deixar que os grandes produtores plantem o híbrido geneticamente modificado primeiro”, destaca.
“Somente após conhecer os resultados das plantações é que eles vão aderir”.
É o que pretende fazer o agricultor Edgar Alves, que planta milho e soja em Ourizona (a 49 quilômetros de Maringá). Receoso dos resultados que o milho Bt vai apresentar, Alves vai esperar a colheita milho transgênico nas outras propriedades para decidir se vai aderir à nova tecnologia.
“Se o resultado for bom, vou plantar na próxima safra.”

05/02/2009 - O DIÁRIO DE MARINGÁ – Geral

Dia de Campo de Verão da Cocamar começa hoje

A Cocamar faz hoje e amanhã o Dia de Campo de Verão em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT), uma área com sete hectares situada às margens da rodovia PR-317, em Maringá, saída para Campo Mourão.
O Dia de Campo será das 8 às 17 horas. Hoje, a programação ficará direcionada para técnicos e colaboradores da cooperativa. Amanhã será aberta para cooperados e convidados.
A Cocamar espera a participação de 1.500 produtores. O engenheiro agrônomo Márcio Mendes, responsável pela UDT, explica que os principais atrativos são as parcelas demonstrativas que possibilitam ao agricultor avaliar o desempenho das diferentes cultivares de soja e de híbridos de milho existentes no mercado.
Neste ano serão 50 cultivares de soja (42 geneticamente modificadas e 8 convencionais) e 88 híbridos de milho (74 convencionais e 14 geneticamente modificados).



05/02/2009 - DIÁRIO DO NOROESTE – Geral

Dia de Campo abre a temporada de eventos técnicos da Cocamar

Em época de tempos bicudos, em que a margem de lucro é cada vez menor, o uso de tecnologias ultrapassadas pode comprometer os resultados de uma safra. Como a agricultura é uma atividade dinâmica e com muitas novidades a cada ano, eventos como dias de campo são uma das únicas formas de o produtor se manter atualizado. Este é o principal objetivo do Dia de Campo de Verão que a Cocamar realiza hoje e amanhã em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) em Maringá.
A área, com 7 hectares e situada ao lado da PR-317, na saída para Campo Mourão e próximo ao Aeroporto Regional, estará aberta das 8 às 17 horas. No primeiro dia, a programação ficará direcionada exclusivamente para técnicos e colaboradores da cooperativa. Na sexta-feira, cooperados convidados. A previsão é que 1.500 produtores estejam presentes.
O engenheiro agrônomo Márcio Mendes, responsável pela UDT, explica que o principal atrativo são as parcelas demonstrativas que possibilitam ao agricultor avaliar o desempenho das diferentes cultivares de soja e de híbridos de milho existentes no mercado.
Este ano serão 50 cultivares de soja (42 geneticamente modificadas e 8 convencionais) e 88 híbridos de milho (74 convencionais e 14 geneticamente modificados), sendo que 30% dos materiais apresentados são lançamentos que buscam precocidade, produtividade e resistência a doenças.
Plantados propositalmente mais tarde, os híbridos de milho geneticamente modificados têm por objetivo mostrar o efeito da tecnologia quando do ataque da lagarta, diz o agrônomo.

É a primeira vez que se faz experimentos com milho transgênico.

Cobertura do solo - Por conta do clima adverso este ano, com forte estiagem no período reprodutivo das lavouras de verão, os resultados positivos obtidos nos trabalhos com rotação de culturas e de consórcio de milho de inverno e capim braquiária devem chamar atenção dos produtores, avalia Mendes.
“A diferença é visível. As lavouras de soja nestas áreas vêm obtendo, ano a ano, resultados superiores às parcelas onde é plantada a sucessão soja-milho, além de apresentarem maior resistência à estiagem”, afirma o agrônomo.
Ele diz que os resultados são semelhantes aos obtidos pela Embrapa Agropecuária Oeste, que testou diversos tipos de coberturas em consórcio com o milho, obtendo produtividades de 10% a 15% superiores na soja subsequente, além de benefícios adicionais como a melhor estruturação do solo e proteção deste contra as altas temperaturas, entre outros.
Nesta parcela demonstrativa, os agricultores ainda poderão conhecer as vantagens da integração lavoura e pecuária e dois diferentes tipos de cobertura que pode ser cultivados em consórcio com o milho safrinha: a braquiária ruzizienses, mais utilizada hoje na região da Cocamar, e a braquiária brizanta xaraés, que por dar um volume maior de massa e ser mais entouceirada, é mais indicada para quem pretende fazer uma safrinha de boi antes do plantio de soja. (Flamma Comunicação)

Laranja e café, diversificação

Para os produtores que têm interesse em diversificar suas atividades, a Cocamar disponibiliza áreas demonstrativas com sete variedades de citros (laranja pêra, valência, folha murcha e iapar 73, tangerina montenegrina, poncã e limão taiti) e nove de café (mundo novo, acaiá, icatu, catuaí amarelo e vermelho, catucai, obatã, tupi e iapar 59).
Com dados de avaliações feitas desde 2005, nas parcelas de café podem ser observadas as variedades que se destacam em termos produtividade, os resultados obtidos com a poda por esqueletamento, a forma correta de manejo e os espaçamentos diferenciados de plantio de acordo com o porte de cada variedade.
Tecnologias - Os produtores e técnicos poderão conferir ainda cerca de 40 trabalhos de empresas parceiras da Cocamar com demonstrações de novas tecnologias e produtos (defensivos, fertilizantes, bioestimulantes, inoculantes, adjuvantes foliares e corretivos de solo, entre outros) além de outras 12 empresas que trarão suas linhas de máquinas e implementos agrícolas. (– (44) 3028-5005 - Jornalista Rogério Recco (rogeriorecco@flammacom.com.br).



04/02/2009 - O DIÁRIO DE MARINGÁ – Economia

Dia de campo reunirá 1500 agricultores do noroeste do Paraná

A Cocamar realiza nesta quinta e sexta-feira o Dia de Campo de Verão. O evento, das oito às 17 horas, ocorrerá na Unidade de Difusão de Tecnologias, da Cooperativa Agroindustrial, em Maringá.
A área, com sete hectares, está localizada na PR-317, na saída para Campo Mourão, próxima ao Aeroporto Regional Sílvio Name Júnior.
Na quinta-feira, a programação ficará direcionada exclusivamente para técnicos e colaboradores da Cooperativa. Na sexta-feira, o evento será aberto a cooperados e convidados. A previsão é que 1.500 agricultores estejam presentes.
A grande novidade do evento deste ano serão os experimentos com milho transgênico. Além dessa cultura, os visitantes poderão avaliar o desempenho das diferentes cultivares de soja e de híbridos de milho existentes no mercado.
Estarão expostas 50 cultivares de soja (42 geneticamente modificadas e oito convencionais) e 88 híbridos de milho (74 convencionais e 14 geneticamente modificados), sendo que 30% dos materiais apresentados são lançamentos que buscam precocidade, produtividade e resistência a doenças.
Plantados propositalmente mais tarde, os híbridos de milho geneticamente modificados têm por objetivo mostrar o efeito da tecnologia quando do ataque da lagarta.

Diversidade

Para os produtores que têm interesse em diversificar as atividades, a Cocamar disponibiliza áreas demonstrativas com sete variedades de citros (laranja pêra, valência, folha murcha e iapar 73, tangerina montenegrina , poncã e limão taiti ) e nove de café (mundo novo, acaiá , icatu , catuaí amarelo e vermelho, catucai , obatã , tupi e iapar 59).
Com dados de avaliações feitas desde 2005, nas parcelas de café podem ser observadas as variedades que se destacam em termos produtividade, os resultados obtidos com a poda por esqueletamento, a forma correta de manejo e os espaçamentos diferenciados de plantio de acordo com o porte de cada variedade.

Novidades

Os produtores e técnicos poderão conferir ainda cerca de 40 trabalhos de empresas parceiras da Cocamar com demonstrações de novas tecnologias e produtos (defensivos, fertilizantes, bioestimulantes , inoculantes , adjuvantes foliares e corretivos de solo, entre outros), além de 12 empresas que trarão as linhas de máquinas e implementos agrícolas.

04/02/2009 - AGROLINK – Notícias

Cocamar e Iapar testam café conillon em Iporã, no Paraná

Um dos trabalhos que devem começar a ser desenvolvidos em Iporã, no campo de difusão de tecnologias que está sendo implantado pela Cocamar, é o cultivo com novas variedades de café, que incluem algumas da espécie conillon, cujas lavouras comerciais não existem no Estado.
Segundo técnicos, o objetivo é testar materiais que, no futuro, podem ser recomendados aos produtores e reverter a tendência, hoje observada, de redução dos cafezais. O café, que já foi a principal atividade econômica de Iporã, é mantido atualmente em apenas 325 hectares.
O campo de difusão de tecnologias vai concentrar trabalhos no programa de integração agricultura e pecuária. Mas, além do café, terá uma área também para o cultivo de seringueira.


03/02/2009 - PÁGINA RURAL – Reunião

Coodetec vai investir R$ 16,4 milhões em pesquisa

A Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola - Coodetec - projeta para 2009, investimentos da ordem de R$ 16,4 milhões exclusivamente à prospecção e pesquisa, o que representa quase um quinto da receita operacional prevista, de R$ 94,6 milhões. A meta foi aprovada em Assembléia Geral Ordinária, que reuniu em Cascavel, na última sexta-feira (30/01), delegados das 36 Cooperativas de produção filiadas, às quais estão associados 185 mil agricultores brasileiros.
O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, foi representado no evento pelo assessor da presidência, Guntolf van Kaick. "É o maior volume investido em toda a história de nossa Cooperativa", avalia o presidente da Coodetec, Irineo da Costa Rodrigues, lembrando que os recursos são provenientes de receita própria e também de aporte das próprias Cooperativas, que decidiram antecipar receitas, para alavancar novas pesquisas.

Manter e ampliar mercados

Braço tecnológico das cooperativas brasileiras, a Coodetec é detentora do maior banco de germoplasma privado do País e responsável por mais de uma centena de novas cultivares de soja e trigo e híbridos de milho lançados nos últimos 30 anos. É apontada ainda como o melhor exemplo de empresa de capital nacional, que convive e compete em condições de igualdade com os grandes players globais do setor de sementes.
Segundo recente pesquisa da Kleffmann, a Cooperativa Central é responsavel pelo desenvolvimento de uma a cada quatro sacas de sementes de soja legais plantadas no País. Além de deter 25% do mercado de sementes de soja, a Coodetec responde por 23% da área plantada de trigo com suas cultivares e vem conquistando importantes espaços no concorrido mercado de híbridos de milho, onde já ocupa 3,7% da área plantada.

Respaldo

Segundo o diretor-executivo Ivo Marcos Carraro, a receita para manter e ampliar essa participação no mercado tem como ingredientes básicos o respaldo das Cooperativas Associadas, somado a fortes investimentos na estrutura de pesquisa, que inclui laboratórios de ponta também na área de biotecnologia e ampliação de parcerias estratégicas com mais de uma dezena de instituições de pesquisa, Universidades e empresas nacionais e globais do setor.
Esta postura, segundo Carraro, vem permitindo acelerar, não só os processos de pesquisa em implementação, como também o lançamento de novos materiais e ampliação da faixa de mercado conquistada pelas variedades com a sigla CD (de Coodetec). Só no ano passado, a Cooperativa registrou recorde de lançamentos, entregando ao produtor brasileiro e do Paraguai, duas novas cultivares de trigo, treze novas variedades de soja e quatro novos híbridos de milho.

Receita alcançou R$ 84 milhões

Além do orçamento e metas para o exercício de 2009, a Assembléia Geral também aprovou por unanimidade dos votos, a prestação de contas e balanço do exercício de 2008, previamente analisados em encontros regionais. No ano passado, a Cooperativa registrou receita bruta operacional da ordem de R$ 85 milhões, com sobras líquidas, após a destinação aos fundos estatutários, de R$ 1,2 milhão.
O relatório, balanço e prestação de contas foram aprovados por unanimidade dos presentes. "Apesar da eclosão da crise mundial, de proporções ainda não totalmente dimensionadas e da quebra na produção da safra de verão, cujo impacto só será absorvido na sequência, encerramos o ano de 2008 superando as metas iniciais e com um ciclo financeiro invejável. Isto nos dá mais confiança e segurança par enfrentarmos as dificuldades que se prenunciam", diz Irineo.

Novo Conselho Fiscal

Ainda durante a Assembléia, os delegados elegeram o novo Conselho Fiscal da Coodetec, com mandato de um ano. São eles: Marco Bruschi Neto (Cocamar), Cladis Jorge Furlanetto (Cooperalfa) e Helvin Kruger (Coopagricola) como Titulares e Antonio Luiz Teixeira Figueirol (Cofercatu), Armando Romão (Agropar) e Léo José Goi (Cotrijui) como conselheiros suplentes. (Imprensa Coodetec)


03/02/2009 - PÁGINA RURAL – Eventos

Cocamar promove Dia de Campo de Verão na quinta e sexta-feira


A Cocamar promove nas próximas quinta e sexta-feira, na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) em Maringá, a edição 2008 do Dia de Campo de Verão, com demonstrações de novas tecnologias e experimentos em culturas de grãos como soja e milho, além de café e laranja. O evento para cooperados (que devem apresentar convite) será apenas na sexta-feira, das 8 às 17 horas. O dia anterior estará reservado exclusivamente à participação de técnicos e colaboradores.
Considerada uma importante vitrine tecnológica para o agronegócio regional, o Dia de Campo de Verão é voltado a apoiar os agricultores no desenvolvimento de seus negócios. A expectativa é que cerca de 2 mil produtores e técnicos participem da programação, representando municípios da região de abrangência da cooperativa.
Os resultados do consórcio milho de inverno e capim braquiária será um dos atrativos do Dia de Campo. Com o objetivo de produzir cobertura para o solo, essa iniciativa é considerada uma forma de manter o solo protegido de altas temperaturas, o que se reflete na melhor produtividade das lavouras.

02/02/2009 - PÁGINA RURAL – Agricultura/Café

Cocamar e Iapar testam café conillon em Iporã

Um dos trabalhos que devem começar a ser desenvolvidos em Iporã, no campo de difusão de tecnologias que está sendo implantado pela Cocamar, é o cultivo com novas variedades de café, que incluem algumas da espécie conillon, cujas lavouras comerciais não existem no Estado.
Segundo técnicos, o objetivo é testar materiais que, no futuro, podem ser recomendados aos produtores e reverter a tendência, hoje observada, de redução dos cafezais. O café, que já foi a principal atividade econômica de Iporã, é mantido atualmente em apenas 325 hectares.
O campo de difusão de tecnologias vai concentrar trabalhos no programa de integração agricultura e pecuária. Mas, além do café, terá uma área também para o cultivo de seringueira. 
 
 

  

 
   
 
   

Pessoas inteligentes valorizam os produtos benéficos ao meio ambiente.

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